Corrente positiva de Maria Padilha!
Você acredita em Maria Padilha?
Um espécime na Namíbia tem
36m de diâmetro, uma das árvores mais gordas do mundo, em um dos locais mais
secos.
Na ponta da romaria eu vi um cavaleiro de Ronda!
Ele trazia escudo no peito
e lança na mão!
Ogum venceu a guerra e matou o dragão!
Patakori Ogum!
Ogum Yê!
Para quem não sabe quem é
Omolú Azawany, é um pouco complexo de distinguir e citar suas propriedades, mas
em questão de personalidades, é seco e muito esperto.
Azawany é uma energia que
se divide em duas, ora Omolú, ora Oxóssi.
Sim!
É um ORIXÁ MEJÍ que se
contém juntamente as energias de Odé o caçador.
Azawany é constituído em
duas formas iniciais.
Como Omolú é o curandeiro.
Como Oxóssi é o assassino.
Ou seja, se define na cura
e na morte.
Na fase Omolú, Azawany é
jovem e muito esperto, vive na terra das floresta e é quem fertiliza a terra transformando
a paisagem das florestas.
Por isso tamanha ligação
com Oxúmarê também, pois, é a chuva quem fertiliza a terra, e é este Omolú que suga
a água para ser dado às raízes das plantas.
Azawany é oriúndo de Savé
onde vivia em cultos com Nanã.
Porém, após ser abandonado
e criado por Iyámonjá em Tapá, Omolú ainda jovem saía para se aventurar, e nisso
sempre ia parar nas florestas, onde conheceu seu irmão Oxóssi.
Este, um grande e jovem
caçador, muito hábil e inteligente, ensinava à Omolú como viver na floresta e com
tantos animais e plantas selvagens, que somente Oxóssi sabia lidar.
Muitos anos se passaram, e
Oxóssi e Omolú ainda continuavam amigos e parceiros, porém, cada um tinha um
objetivo, Oxóssi em ser o grande caçador e feiticeiro e Omolú recuperar o trono
de Savé que sua mãe Nanã deu à Oxúmarê.
Oxóssi se tornou o rei de
Ketú e se tornara o maior caçador de todos, com seu Aramefá (a corte dos dicípulos
de Oxóssi, os Odé's) comandava as terras de Ketú, Ilê-Ifé e Igbô.
Já Omolú, se tronou o rei
de Savé, tomando o trono que Oxúmarê usurpou dele para si, e assim, Omolú foi proclamado
Obáluaiyê.
Porém, houve um tempo de
seca que castigava Savé, e Omolú ficou muito doente e fraco, seus povos
Savalunos procuravam às terras de Ketú para se abrigar, Oxóssi viu o ocorrido,
e os povos das fronteiras de Savé à Ketú começaram se unir, assim surgiu o povo
Ewê-Fón (Nação cujo culto são voltados às divindades de Jêje e Ketú).
Oxóssi procurou
Orúnmilá-Ifá para entender o que acontecera com o reino Savaluno e com Omolú,
este lhe disse que Omolú estava muito doente e fraco, e que sua doença se devia
a seca e a escassez de comida.
Oxóssi, sendo o deus da
alimentação, levou grandes quantidades de comidas e comidas para Omolú.
Cuidou de Omolú muito
tempo, porém, nada que fazia curava Omolú, Oxóssi procurou Ossaíyn para saber qual
o antídoto poderia curar Omolú.
Ossáiyn diagnosticou
Omolú, e disse que ele estava com lepra, e que a única cura para Omolú seria a
seiva da babosa.
Oxóssi precisava encontrar
a planta, porém, se saísse, Omolú ficaria sem seus cuidados.
Então Oxóssi convocou Oyá,
a esposa de Omolú que estava em guerra para encontrar a tal planta.
Oyá foi à procura, e
encontrou a planta que Omolú tanto precisava.
Mas ao chegar à terra de
Savé, Omolú estava morto, e não havia nada que poderia ser feito, então Oxóssi pegou
seu pó mágico chamado Arolê (pó vermelho que Oxóssi usa para adentrar as matas)
e jogou sobre Omolú, tornando sua palha amarelado em tom de vermelho e Oxóssi
se juntara à essas palhas.
Oyá correu para buscar o
espírito de Omolú, e ao cair do pó, Oyá pegou seu espírito e voltou novamente à
seu corpo.
Omolú voltou a vida!
Desde então, Omolú ficou
eternamente grato à Oxóssi e Oyá sua mulher, com o Arolê, Omolú teria em sí a energia
de Oxóssi, este fora Oxóssi, é o único que se utilizou do pó vermelho.
Esta é uma das lendas que
diz sobre a união de Omolú à Oxóssi e também a ligação com Oyá o amor de sua vida.
Desse dia em diante, Omolú
passou ser chamado de Azawany que em linguagem Fón dos povos Dahoemanos
significa "Palha Vermelha".
O Omolú que se veste das
palhas rubras seria também considerado aquele que voltou da morte.
Seu culto é muito antigo,
dado ao Omolú caçador das terras Dahoemanas, Omolú Azawany é o mais espertos
entre todos os Omolú's.
Ele é sempre acompanhado
de seu irmão Oxóssi, e por tal fato de Oxóssi se juntar às palhas vermelhas de
Omolú, passou também a ser chamado de Odé Azawany.
O culto voltado ao caçador
Odé Azawany é pouco conhecido devido ser assim chamado só pelos povos Fóns,
porém, ainda assim, era cultuado juntamente à Omolú em Savé.
Alguns dizem que nesta época
Oxóssi ainda era conhecido como Igbô, então não sabemos se é ao fato de que
seja uma metamorfose de Oxóssi Igbô devido este também ser ligado à Omolú.
O culto definido em o
culto do curandeiro e do assassino se deve ao fato de que em sua fase caçador, Azawany
é um grande caçador, e totalmente frio para executar e abater suas caças ou
inimigos.
Azawany se veste de palhas
vermelhas com roupas brancas e pouco detalhes de vermelho e azul-claro.
Adorna-se com o xaxará com
um ofá dentro, numa mão e na outra uma lança lembrando o fato de ser caçador e
de matar, carrega xáorôs nas canelas e seu azê é em forma de coroa.
Seu fio é preto, branco e
vermelho intercalado de três em três.
Assenta-se Omolú e Oxóssi
no orí, outros à serem assentados é Oyá, Iyámonjá e Oxúmarê.
Seus caminhos são todos
voltados à Irokô.
Sua saudação: Atòtò Azáwany, Gbògbò Nzè!
O que é fazer o santo?
Fazer o santo é dormir sem
sono!
É comer sem vontade!
É olhar para as paredes e
esperar as horas passarem!
É conversar com aquilo que
às vezes não te responde!
É tirar um pedaço da sua
vida, para uma outra vida poder nascer!
Fazer Santo é compreender
a si mesmo!
É deixar seu íntimo
nascer, seu íntimo Orixá!
Fazer santo é viver o
desconhecido!
É se perder e se achar várias
vezes sem sair do lugar!
Fazer santo é chorar!
É sofrer!
É sacrifício!
Fazer Santo é a dor que
não se sente!
Fazer santo é a passagem
única do ser humano seja ele Ogãn, Ekedy ou Yawô!
Fazer Santo é o segredo
único de cada um!
Fazer Santo é permanecer
calado, sentado e deitado!
Quando se quer levantar,
correr e gritar!
Fazer Santo é se superar e
se desafiar a cada minuto dentro de um Ronkó!
Fazer Santo é ir ao
limite, ir aonde você pensa que não pode chegar!
Fazer Santo...
Fazer Santo é simplesmente nascer de novo!!!
Glorioso apóstolo São Pedro, com suas 7 chaves de ferro abra as portas dos meus caminhos, que se fecharam diante de mim, atrás de mim, a minha direita e a minha esquerda.
Abra para mim os caminhos da felicidade, os caminhos financeiros, os caminhos profissionais, com as suas 7 chaves de ferro e me dê a graça de poder viver sem os obstáculos.
Glorioso São Pedro, tu que sabes de todos os segredos do céu e da terra, ouve a minha oração e atende a prece que vos dirijo.
Que assim seja.
Enquanto ela derruba seus
inimigos na gargalhada, eu os derrubo na frieza e no silêncio.
Enquanto ela traz seu
amor, eu levo a sua dor.
Sempre estamos trabalhando
em comunhão, para a tua evolução espiritual caminhar também.
O teu bem estar é o nosso
presente.
Moço (a), você está bem
consigo mesmo, é a melhor coisa que você tem nessa terra.
Ninguém te tira a paz,
ninguém te atrapalha.
Em um momento da vida você
verá que é melhor estar sozinho (a) do que mal acompanhado (a), em um momento
da vida você verá que é melhor partir do que ser partido (a), isso serve para
todos os acasos de tua vida.
Segue firme, eu cuido de
você.
No silêncio, no mistério,
eu te protejo.
E quando eu solto a minha
gargalhada, você pode ter certeza...
O mal eu já levei, e na
minha capa eu te guardei.
Eu e sua moça com você
sempre!
Salve nossos compadres e
comadres!
Salve nossos guardiões!
Salve a Pomba Gira!
Salve Exu!
Alegres ou Sérios.
Mas mesmo na alegria não
há desrespeito ou comportamentos inadequados a um templo religioso.
E ainda vou mais longe, e
o que vou dizer agora visa justamente desmistificar outro mito ligado a Exu.
Quando o Exu é deselegante
o médium também o é, só que disfarça quando não está “incorporado”.
Esse médium invigilante e
portador de moral duvidosa ao receber a energia de incorporação de Exu (que
começa a se dar através da aproximação do mesmo), por ser uma energia bastante
similar a nossa e justamente por estar mais próxima a crosta terrestre, onde o
combate com o Astral Inferior se dá, passa a dar vazão aos seus sentimentos
menores, influenciando e interferindo diretamente na incorporação do Exu, que
assiste a tudo desconsoladamente.
Transferindo para Exu
sentimentos e comportamentos que são seus.
Isso não chega a ser
mistificação, ou seja, fingimento, porque existe a energia de Exu ao lado ou
perto do médium.
A mistificação envolve o
fingimento puro e simples, sem envolvimento de energia ou proximidade de
entidade alguma.
Mas trata-se de animismo.
A incorporação de Exu e
Pomba Gira envolve a manipulação energética de chacras inferiores, e o que
acontece no caso descrito acima é que o médium deliberadamente utiliza mal essa
energia.
Digo deliberadamente,
porque isso envolve intenção, moral e mal aproveitamento da energia de Exu.
Com a continuidade da
insistência do médium em se utilizar dessa energia para a manifestação de seus
desejos e aspectos menores, em pouco tempo há a queda do médium…
O Exu se arranca e fica o que?
Kiumba que assume o nome
do Exu e aumenta os desvarios.
E o médium não percebe
porque no fundo usa a influência do Kiumba (aliás, um usa o outro) para brigar
com a mulher, encher a cara de cachaça, falar palavrão, fazer pedidos de
oferendas nas encruzilhadas da vida, matança de animais e outras aberrações.
Cabe a direção da Casa
coibir veementemente esses comportamentos no seu nascedouro, ou seja, no médium
e assim que começam acontecer.
Chamando-o a realidade,
orientando e desestimulando atitudes desse tipo.
Tentando recuperar o
médium.
Mas se for o caso não deve
pestanejar em tomar medidas para a solução do problema.
Pai
Luciano De Bará Agelú
Na firmeza da manipulação da
espada, da arma, do metal.
Os filhos deste orixá
tendem a ser explosivos, devido a essa energia.
Os filhos de Ogum são
adeptos à mudanças, gostam de coisas novas, são conquistadores e não se agradam
da rotina em seu cotidiano.
São coerentes, embora
curiosos e resistentes às situações que apresentam dificuldades. São pessoas
corajosas e com grande capacidade de concentração.
Determinados, possuem um
instinto de competição aguçado e não perdoam facilmente aqueles que lhes
magoam.
Não são exigentes quanto a
forma de vestir-se nem à comida.
Sua franqueza pode o
tornar rude ao impor suas vontades e opiniões.
Possuem um temperamento
impulsivo e dificilmente conseguem equilibrá-lo com a garra e força de vontade
que possuem.
Aceitam novas ideias e
informações desde que essas lhes pareçam coerentes e precisas. Embora sejam
calculistas e estrategistas, são muito impacientes, mas sabem mandar e aceitam
ser mandados desde que não estejam sendo desrespeitados.
Os filhos de OGUM com
IEMANJÁ gostam de aventuras, conhecer lugares novos, são curiosos e
comunicativos.
Gostam de estar bem
arrumados e não gostam de coisas repetitivas.
Procuram fazer coisas
novas, sem muito planejamento, que lhes sejam interessantes e divertidas.
São sinceros nas suas
opiniões e possuem muita força de vontade.
Impacientes não admitem o
desrespeito para consigo.
Não culpe o Orixá pela sua PREGUIÇA!
Não culpe o Orixá pela sua
INTOLERÂNCIA!
Não culpe o Orixá pela sua
DESCRENÇA!
Não culpe o Orixá pelas
suas ATITUDES!
Não culpe o Orixá pelo seu
FRACASSO!
Não culpe o Orixá pela sua
DOENÇA!
Não culpe o Orixá pela sua
LÍNGUA!
Não culpe o Orixá pela sua
FALTA DE HUMILDADE!
Não culpe o Orixá, muito
menos a RELIGIÃO!
Você começa a fracassar
NÃO quando erra, mas quando passa a culpar a religião e o Orixá pelo seus atos,
falando aquelas velhas besteiras...
- Porque eu não consigo?
- Para mim nunca dá!
- Porque ele tem e eu não?
- Tô cansado de esperar!
Tem muito “religioso”
confundindo humildade com humilhação.
Esquecem que o essencial é
invisível aos olhos.
Somos protegidos
diariamente de inúmeras negatividades, vocês nem imaginam.
Se você não tem respeito
pelo seu Orixá, ao menos respeite o Orixá do outro.
Orixá é força, está
presente em todos os lugares, ele ampara você quando ganha e quando perde.
O Orixá vive, ele é seu
espírito.
Você engana-se a si mesmo,
não ao Orixá.
Acorde, ainda há tempo!
Defenda sua Casa, defenda
sua bandeira e honre sua raiz!
Reflita e descubra onde
está a sua falha, sempre é tempo de recomeçar, e recomeçando terás a
oportunidade de colher bons frutos do teu Orixá.
Suas atitudes determinam o
RESULTADO.
Conhecimento e Sabedoria
A sabedoria é a ciência do espírito, da mesma forma como o conhecimento é a ciência da matéria.
O conhecimento é separativo e objetivo, ao passo que a sabedoria é sintética e subjetiva.
O conhecimento divide, a sabedoria une!
O conhecimento diferencia, ao passo que a sabedoria combina!
Que se deseja dizer,
então, por compreensão?
A compreensão pode ser
definida como a faculdade do pensador no tempo assimilar conhecimento como base
para a sabedoria, que lhe possibilite adaptar as coisas da forma á vida do
espírito, reunir os lampejos da inspiração que lhe chegam da Câmara da
Sabedoria e uni-los aos fatos da Escala do Aprendizado.
A jí kí Barabo e mo júbà, àwa kò sé
Assim como na tecnologia temos detectores de metais, em nossa Religião nasceram os DETECTORES DE ORIXÁS.
Não adianta pedir pra BARÁ que abra meus caminhos se eu TRANCO o caminho alheio!
Quando a mulher está grávida, quem é responsável por essa criança ainda em seu ventre é Oxum, pois a criança está nas águas de Oxum(líquido amniótico).
EXU, QUEM DEMANDOU PARA MIM?