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domingo, 22 de novembro de 2020

Hipocrisia Mundial da Saúde

O interessante é que as pessoas questionam o fato de no Brasil o ministro da saúde não ser médico.....

Mas não vejo ninguém questionar o fato de o diretor geral da OMS (Organização Mundial da Saúde) também não ser médico!

Por incrível que pareça o órgão máximo da Saúde Mundial é dirigido por um biólogo!

Mas isso ninguém comenta né?

Aliás, muitos sequer sabem disso!

Mas o fato do ministro da saúde não ser um médico é algo que os deixa profundamente preocupado!

Quanta hipocrisia!



quarta-feira, 22 de julho de 2020

NERVO CIÁTICO

NERVO CIÁTICO

O que é, sintomas e tratamentos


Dor é apenas o sintoma de alguma doença, como a hérnia de disco.

Entre as principais queixas de dor lombar que acometem mais de 90% da população de forma global, a mais prevalente e uma das maiores causas de procura por auxílio médico e que geram absenteísmo no trabalho é a dor do nervo ciático.

Contudo, embora seja tratada como uma doença, essa dor é apenas o sintoma de alguma doença, como a hérnia de disco.

A origem mais comum tem relação com os processos degenerativos, que são alterações que apresentadas com o avanço da idade.

Outras causas envolvidas podem ser atividades físicas pesadas e sem supervisão de um especialista, posturas erradas, obesidade, fraturas na coluna e até tumores.

Nesta reportagem, será possível acompanhar mais detalhes sobre o que é e onde fica o nervo ciático.

Por que causa dor, sintomas, quantos dias duram as crises. Além de fontes de tratamento – medicamentoso, alternativo e cirúrgico -, e de formas de prevenção.

Acompanhe:

O que é o nervo ciático?

O ciático é o maior nervo do corpo humano. Ele é formado pela junção de todas as raízes nervosas do plexo lombar.

Um plexo assemelha-se a uma caixa de ligações elétricas em uma casa.

Em um plexo, as fibras nervosas dos diferentes nervos espinhais são ordenadas e recombinadas, de maneira que todas as fibras que vão para um local específico do corpo se agrupam num nervo.

Assim, o plexo lombar proporciona as ligações com as costas, o abdômen, a virilha, as coxas, os joelhos e as panturrilhas.

Onde fica o nervo ciático?

Este nervo se origina no plexo lombo sacro, ou seja, na região lombar.

E é formado por diversas ramificações que se ligam às últimas vértebras e à base da coluna vertebral e atravessam o quadril, os glúteos, a coxa, o joelho e o tornozelo.

Quando chega na metade do fêmur, o maior osso da coxa, o ciático se divide em fibular e tibial, que são ramificações que seguem pela perna.

O que é a famosa dor no nervo ciático ou ciatalgia?

A ciática ou ciatalgia é a dor ao longo do curso do nervo ciático, geralmente resultado de comprometimento de raiz nervosa na coluna, mas pode ser também por compressão ou inflamação do próprio nervo.

O dano ao ciático pode ocorrer dentro do canal espinhal, no forame intervertebral (espaço entre as vértebras por onde passa a medula espinhal) ou em algum outro ponto de seu percurso, já que atravessa vários músculos, fascias (membranas de tecido fibroso que protegem os órgãos) e tendões6.

Qual a causa mais comum da dor no nervo ciático?

A causa mais comum de ciática é a hérnia de disco.

A hérnia de disco é uma doença que ocorre pelo desgaste ou trauma dos discos vertebrais lombares ou cervicais, que apertam as raízes nervosas que passam próximas a eles. Gerando um processo inflamatório doloroso e muitas vezes incapacitante.

A dor tem início na região das costas, passando pelas nádegas, chegando até a parte mais baixa de uma ou das duas pernas.

Outros sintomas da hérnia de disco são: formigamento, dormência e fraqueza de pernas e dedos.

Quais outras causas possíveis para este problema?

Existem diversas outras causas de ciática. Entre elas:

Congênita: cisto meníngeo, cisto perineural ou raízes nervosas unidas.

Adquirida: estenose de canal espinhal, espondilose (artrose da coluna), espondilolistese (escorregamento da coluna), cisto facetário, cisto sinovial, ossificação heterotópica em torno do quadril, lesões por injeção intramuscular em torno do quadril ou lesão do nervo após cirurgia do quadril.

Infecciosa: discite (infecção do disco intervertebral) e herpes zoster.

Neoplásica: tumores da coluna (mieloma múltiplo, metástases), tumores dos ossos ou tecidos moles ao longo do curso do nervo ciático (neoplasia intra-abdominal ou pélvica), tumores da coxa ou panturrilha.

Inflamatória: bursite no quadril e miosite (doença reumática) do músculo bíceps-femoral.

Vascular: a ciática pode ser mimetizada pela claudicação intermitente, que é a dor, geralmente nas pernas, causada por pouco fluxo de sangue, geralmente durante o exercício.

Dor referida de origem não espinhal: cálculo (pedra) renal, infecção renal, cálculo (pedra) na vesícula, apendicite, endometriose, hérnia inguinal (escape de uma alça do intestino), úlcera duodenal, etc...

Síndrome do piriforme: compressão do nervo ciático pelo músculo piriforme. Produz dor na distribuição ciática e fraqueza para movimentar o quadril.

Outros: neuropatia femoral, lesão do plexo sacral ou neuropatia diabética.

O que a compressão no nervo ciático provoca?

Quando existe compressão ou inflamação deste nervo, surge a dor ciática que causa sintomas como dor intensa no fundo das costas, glúteo ou pernas, dificuldade em manter a coluna ereta e dor ao andar.

Nestes casos, é importante procurar um médico ortopedista ou fisioterapeuta para que este especialista possa orientar o tratamento adequado.

Quais os sintomas do nervo ciático inflamado?

Quando um nervo é comprimido, tende a ficar inchado e inflamado, provocando dor ao longo do trajeto e, em alguns casos, perda da força muscular e da sensibilidade tátil.

A compressão do nervo ciático pode gerar:

1. Dor em formigamento, dormência ou choque na coluna, glúteo, perna ou planta do pé.

2. Sensação de queimação, fisgada ou perna cansada.

3. Fraqueza em uma ou ambas as pernas.

4. Dor que piora ao ficar muito tempo parado.

5. Dificuldade para caminhar ou ficar muito tempo na mesma posição.

Estes sintomas estão associados a alterações na coluna, como hérnia de disco, espondilolistese (fratura por estresse de uma vértebra) ou mesmo artrose na coluna.

A intensidade da dor varia muito de caso a caso. Dessa forma, pode ser leve, causando apenas desconforto ou queimação ocasional. Contudo, em casos mais graves, pode ser incapacitante, impedindo o paciente de ficar em pé.

Uma sensação de choque elétrico pelo trajeto do nervo também é comum.

A ciatalgia pode piorar após esforço, tosse ou espirro. Ficar sentado por longas horas também costuma agravar os sintomas da dor ciática.

Além da dor, a compressão do nervo ciático também pode provocar dormência, formigamento ou redução da força muscular no membro acometido. Em casos graves, o paciente pode apresentar incontinência urinária ou fecal.

Quantos dias dura uma crise no nervo ciático?

Com o procedimento adequado, a dor tende a melhorar em 15 dias. Contudo, é importante procurar atendimento médico e nunca praticar a automedicação.

O maior risco está no fato de que muitas pessoas evitam este atendimento por acreditar que a dor vai melhorar.

Se não tratada corretamente, essa condição pode evoluir, tornar-se incapacitante, e levar a distúrbios neurológicos, como perda da sensibilidade e da função motora.

Como é realizado o diagnóstico?

Quando os primeiros sintomas surgem é muito importante consultar um médico ortopedista ou um fisioterapeuta.

Estes especialistas podem indicar a melhor conduta, seja por meio de testes realizados no consultório ou exames de imagem, como ressonância ou tomografia da coluna.

Exames como estes podem avaliar se existe alguma alteração que esteja comprimindo o nervo, dando origem aos sintomas.

A eletroneuromiografia e estudos de condução nervosa podem ser igualmente úteis quando existe dúvida quanto ao diagnóstico.

Uma das manobras utilizadas no exame físico para avaliação da dor ciática é a manobra de Lasègue.

Nela, o paciente é deitado com uma das pernas é elevada, mantendo-a estendida para avaliar a repercussão da dor.

Além disso, é importante realizar exame neurológico de sensibilidade e motricidade a fim de avaliar a extensão do acometimento neural.

Quais os tratamentos indicados para dor do nervo ciático?

O tratamento mais comum é conservador e varia de acordo com a causa, os sintomas apresentados e a intensidade da dor.

O repouso relativo é geralmente indicado. Assim, apesar do paciente poder se se movimentar e trabalhar, deve evitar carregar peso, fazer muito esforço ou ficar muito tempo sentado.

Sessões de fisioterapia podem ser igualmente indicadas.

Quais medicamentos podem ser usados?

O tratamento de base para 90% dos casos é realizado com medicamentos (anti-inflamatórios, analgésicos e relaxantes musculares), atividades de correção postural, fisioterapia e infiltrações.

Em casos de dor intensa, opioides (derivados da morfina) podem ser necessários. O uso de relaxante muscular ou benzodiazepinas, como o diazepam, também ajudam no controle dos sintomas.

Como a dor da ciatalgia tem origem neurológica, medicamentos com antidepressivos ou anticonvulsivantes podem ser usados para controlar dores crônicas.

Quais exercícios físicos são indicados para ciática?

Prevenir a dor ciática é possível com medidas simples, como praticar exercícios físicos regularmente. Aliás, a Organização Mundial de Saúde (OMS) indica 30 minutos diários de atividades.

Também são recomendados, controlar do peso, alongamento e fortalecimento da musculatura da região lombar e da região posterior da coxa.

Além disso, corrigir a postura e evitar ficar muito tempo sentado na mesma posição pode contribuir positivamente para a saúde da coluna vertebral, evitando dores.

Confira, a seguir, alguns exercícios fisioterapêuticos para dor no nervo ciático:

Extensão deitado: o posicionamento em decúbito dorsal melhora de forma significativa o quadro álgico e o próprio paciente desenvolve, ao longo do tempo, uma percepção positiva da postura, procurando se alinhar e permanecer deitado em momentos de crise.

Relaxamento em extensão sobre a fitball (bola suíça): o posicionamento em decúbito dorsal neste acessório pode reduzir os sintomas de compressão do nervo ciático.

Arqueamento da coluna vertebral sentado: este exercício consiste no posicionamento inicial do paciente na postura ajoelhada, com as mãos em contato com os tornozelos. A orientação é que ele realize extensão da coluna progressivamente, trabalhando a respiração, buscando os mesmos desfechos dos procedimentos supracitados.

Ponte: em decúbito dorsal, o indivíduo apoia os pés sobre o solo com joelhos fletidos, e projeta a pelve superiormente, realizando extensão do quadril. O fortalecimento dos extensores do quadril se faz necessário para benefícios a longo prazo.

Alongamento para nervo ciático: são selecionados segundo a análise do encurtamento dos músculos que podem ter comprimido o nervo ciático. O piriforme, quadrado lombar, oblíquos externo e interno, glúteos e posteriores da coxa são os principais vilões da ciatalgia.

Exercícios para abdominais sobre a fitball:  aumentam a aderência dos pacientes aos abdominais, pois favorecem o encaixe da coluna lombar e oferecem maior flexibilidade e grandes níveis de recrutamento muscular.

Alongamento do piriforme: o paciente beneficia-se com o alongamento, realizado em decúbito ventral, mantendo a adução de quadris e flexão de joelhos a 90°. Com a ajuda de um fisioterapeuta, o paciente posiciona as mãos nos tornozelos e realiza rotação interna dos membros inferiores para favorecer a descompressão ciática.

Exercícios aeróbicos de baixo impacto: como opções de equipamentos para exercícios aeróbicos, estão disponíveis a esteira, a bicicleta ergométrica, ou elíptico.

Quais os tratamentos alternativos para dor no nervo ciático?

Para dar fim nas dores do nervo ciático, é importante que o acometido consulte um médico para o diagnóstico correto e se certifique de terapias alternativas que poderia utilizar.

Com o aval de um especialista, algumas técnicas podem ser utilizadas, como  exercícios físicos, massagens ou tratamentos orientais.

São exemplos as massagens, moxaterapia (medicina chinesa), reflexologia, shiatsu, quiropraxia e yoga.

A acupuntura pode ser uma aliada no alívio das dores, conforme já comprovado em pesquisas científicas.

O calor também ameniza a dor ciática, portanto banhos quentes ou aplicação de bolsas térmicas na região costumam ajudar.

Alguns exercícios físicos com carga ou alto esforço são proibidos para pacientes com inflamação no nervo ciático.

No lugar deles, deve prevalecer o treino de baixo impacto e a hidroginástica, por exemplo.

A fisioterapia pode ser aplicada?

A fisioterapia ortopédica auxilia no tratamento de pessoas com dor no nervo ciático.

O fisioterapeuta pode realizar exercícios para fortalecer o assoalho pélvico, a musculatura interna da coxa, o abdômen, a coluna e o diafragma (para cada região, são aplicados exercícios diferentes).

A Reeducação Postural Global (RPG), igualmente, também pode ajudar na correção da postura e é um grande auxílio no tratamento.

A alimentação pode influenciar na dor do nervo ciático?

A alimentação pode estar relacionada, sim, com os casos de dor no nervo ciático.

Sabe-se que o excesso de peso e falta de exercício físico, aliado ao hábito de permanecer muitas horas sentado de forma incorreta prejudicam o alinhamento adequado da coluna vertebral e podem causar dores na região lombar.

Podendo irradiar para a região glútea, posterior da coxa, e chegando aos membros inferiores.

A coluna se estabiliza com ajuda da musculatura paravertebral e abdominal.

Quando há fraqueza nessa musculatura, a estabilidade fica prejudicada, podendo sobrecarregar os discos entre as vértebras.

A obesidade e o sedentarismo podem piorar o quadro.

Quando a cirurgia é indicada?

Caso o tratamento clínico não seja suficiente e exista compressão importante dos nervos, com comprometimento neurológico, é possível que o médico opte pelo tratamento cirúrgico.

No entanto, essa medida é indicada para apenas 10% dos casos, já que a grande maioria responde bem ao tratamento convencional.

De modo geral, medicações analgésicas, anti-inflamatórias, relaxantes musculares, anti-depressivos, anti-convulsivos, além de fisioterapia e RPG são suficientes.

Os casos mais comuns de problemas passíveis de intervenção cirúrgica são os degenerativos, surgidos normalmente em pessoas com idade mais avançada.

À medida que idoso sofre alterações no metabolismo, podem aparecer problemas como hérnia de disco, a espondilolistese – que é o deslizamento de uma vértebra para a frente, para trás ou para os lados.

Esse problema pode causar dores ou irritação da raiz nervosa -, e casos de estreitamento do orifício de passagem do nervo, que pode levar a problemas comuns como ciática, por exemplo.

Contudo, há quem se assuste ao ouvir falar em cirurgias na coluna. Mas com os avanços da medicina, existem vários tipos de tratamento não invasivos, feitos com agulhas através da pele, ou pequenas aberturas na pele e na musculatura.

Apenas grandes cirurgias, normalmente requerem o uso de pinos no processo, mas graças às diversas novas técnicas existentes, os riscos de sequelas após esse tipo de procedimento são mínimos.

Como prevenir a dor no nervo ciático?

Prevenir a dor ciática é possível com medidas simples, como praticar exercícios físicos regularmente, controlar o peso, alongamento e fortalecimento da musculatura da região lombar e da região posterior da coxa.

Além disso, evitar de ficar muito tempo sentado é algo que pode contribuir, positivamente, para a saúde da coluna vertebral, evitando dores.

Como lidar com o nervo ciático inflamado na gravidez?

A dor provocada pelo nervo ciático é uma das principais reclamações das futuras mamães.

A conduta a partir do diagnóstico vai depender do que está causando a dor ciática. Assim, se o problema for postural, o ideal é fazer a correção da postura.

Isso pode ser corrigido com alguns exercícios físicos específicos para gestantes, mas nem todas podem realizá-los. Por isso, qualquer decisão deve ser feita a partir de uma avaliação médica.

Dependendo do caso, mulheres grávidas que sofrem por desconforto no ciático podem usar cintas ou faixas de sustentação, além de bolsa de água quente na região glútea.

Em geral, o tratamento em casos de inflamação do nervo é feito com medicamentos anti-inflamatórios, mas há uma grande discussão a respeito do uso dessas substâncias durante a gestação.

Isso porque muitas medicações podem afetar de maneira negativa o desenvolvimento da criança.

Tratamentos alternativos, como massagens na região lombar, sessões de acupuntura e exercícios realizados na piscina também podem aliviar o quadro, caso exista consentimento do obstetra.

Outras medidas, como acomodar bem a barriga na cama na hora de dormir, usar sapatos confortáveis, evitar carregar peso e ter boa postura podem ajudar.

Conclusão

A dor do nervo ciático é uma das mais prevalentes entre os pacientes que sofrem por desconforto na região lombar.

Esse problema pode ser uma série de origens, sendo que a mais comum é a hérnia de disco.

Nesta reportagem, foi possível acompanhar mais detalhes sobre o que é e onde fica o nervo ciático, por que causa dor, sintomas, quantos dias duram as crises, além de fontes de tratamento.

Uma boa notícia é que a minoria dos casos de dor ciática necessita de intervenção cirúrgica. 

A maior parte de quadros pode ser tratado com medicamentos, fisioterapia e até mesmo terapias alternativas, como a acupuntura.

Também há formas de prevenção e, nesse caso, reforça-se o risco da obesidade e do sedentarismo, além de alguns hábitos, como permanecer muito tempo de pé.

Contudo, para o diagnóstico correto, que pode envolver alguns exames, é fundamental que o médico seja consultado para indicar a melhor conduta.

Caso o sintoma também envolva desconforto nas pernas, leia também o artigo “Dores nas pernas: principais causas, tratamentos e como aliviar”.

Se quiser saber mais sobre como os alguns anti-inflamatórios podem agir em quadros de dor, acesse o artigo: “Ibuprofeno: o que é, indicações e como usar para dor e febre”.


quinta-feira, 18 de junho de 2020

terça-feira, 21 de abril de 2020

O que NÃO te contaram sobre o CoronaVírus

A ligação o CoronaVírus e e o 5G, em uma explicação científica, feita pelo Dr. Thomas Cowan, MD.

O que o doutor coloca no vídeo é uma teoria, com certeza haverá contestações, mas não vi até agora nenhuma prova que confirme ou que conteste essa teoria.

Faz sentido?
Sim faz sentido, como não tenho qualificação para comprovar muito menos para contestar, compartilho o vídeo com vocês para quê análise e deixem a sua opinião sobre o polêmico assunto.

Uma coisa é certo...
ALGO DE MUITO ESTRANHO ESTÁ ACONTECENDO NO MUNDO!
Se a explicação é científica, espiritual ou religiosa, não sei!

Aliás acredito que ninguém saiba, um dia quem sabe encontraremos a explicação, ou talvez nunca venhamos a ter a confirmação!

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sexta-feira, 27 de março de 2020

Respirador de ar, "alternativo"

Será que funciona mesmo?

Não sei sou leigo, mas merece a atenção de quem entende do assunto!

Estão cobrando 50 mil em média por um respirador.

Segue uma solução simples que custa R$ 300,00.


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terça-feira, 24 de março de 2020

segunda-feira, 23 de março de 2020

EEsse é o vídeo que precisamos viralizar
HOJE, AMANHÃ E TODOS OS PRÓXIMOS DIAS

Já que preferiram fazer estádios, a hospital...
Ainda bem que temos estádios maravilhosos no Brasil 🇧🇷
Vamos fazer isso chegar ao maior número de pessoas, faça sua parte!

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quinta-feira, 16 de janeiro de 2020


Regurgitação mitral
Regurgitação da válvula mitral, incompetência mitral, insuficiência mitral

A regurgitação mitral é o refluxo de sangue que vaza pela válvula mitral cada vez que o ventrículo esquerdo se contrai.

          Fraqueza genética do tecido de válvula mitral (degeneração mixomatosa) e ataques cardíacos são as causas mais comuns da regurgitação mitral, exceto em locais onde não há antibióticos disponíveis prontamente para tratar infecções por estreptococos e prevenir febre reumática.
          Quando a regurgitação é grave, as pessoas podem sentir falta de ar.
          A regurgitação leve pode não precisar de tratamento, mas as pessoas com insuficiência mais grave podem necessitar de cirurgia para substituir a válvula cardíaca danificada.
(Consulte também Considerações gerais sobre valvulopatias).

A válvula mitral situa-se na abertura entre o átrio esquerdo e o ventrículo esquerdo.
A válvula mitral se abre para permitir que o sangue do átrio esquerdo encha o ventrículo esquerdo e se fecha enquanto o ventrículo esquerdo se contrai para bombear sangue para a aorta.
Quando a válvula mitral não se fecha completamente, há refluxo de parte do sangue para o átrio esquerdo, o que é chamado regurgitação.

COMPLICAÇÕES
A regurgitação da válvula mitral aumenta a quantidade de sangue (volume de sangue) e a pressão no átrio esquerdo. O aumento da pressão arterial no átrio esquerdo aumenta a pressão do sangue nas veias que vão dos pulmões para o coração (veias pulmonares) e faz com que o átrio esquerdo aumente para acomodar o sangue extra que vaza do ventrículo como refluxo. Um átrio aumentado muitas vezes bate rapidamente e com um padrão irregular (um quadro clínico chamado fibrilação atrial), o que reduz a eficiência de bombeamento do coração, pois o átrio com fibrilação vibra em vez de bombear sangue. Consequentemente, o sangue não flui livremente através do átrio e coágulos de sangue podem formar no interior da câmara. Se um coágulo se desprender (tornando-se um êmbolo), ele é bombeado para fora do coração e pode bloquear uma artéria e, possivelmente, causar um acidente vascular cerebral ou outro dano.
A regurgitação grave pode resultar em insuficiência cardíaca, um quadro clínico em que o aumento da pressão no átrio faz com que haja acúmulo de líquido (congestão) nos pulmões ou em que a redução do fluxo de sangue do ventrículo para o corpo priva os órgãos da quantidade adequada de sangue. O ventrículo esquerdo pode aumentar gradualmente e enfraquecer, piorando ainda mais a insuficiência cardíaca.

CAUSAS
A regurgitação da válvula mitral pode surgir repentinamente em decorrência de endocardite infecciosa, uma infecção da válvula, ou por causa de lesão na válvula ou em suas estruturas de apoio. A válvula ou suas estruturas de apoio podem ser danificadas por um ataque cardíaco, doença arterial coronariana ou fraqueza nos tecidos dessas estruturas (degeneração mixomatosa).
Mais frequentemente, no entanto, a regurgitação mitral surge lentamente em decorrência da deterioração gradual da válvula (causada por prolapso da válvula mitral ou cardiopatia reumática) ou aumento do ventrículo esquerdo, o que faz a válvula se abrir e a impede de se fechar adequadamente. Este aumento é causado por um ataque cardíaco ou outro distúrbio que enfraqueça o músculo cardíaco (como uma cardiomiopatia).
A febre reumática – uma doença infantil que pode ocorrer após infecções de garganta ou escarlatina não tratadas – costumava ser a causa mais comum de regurgitação mitral. Porém, atualmente, a febre reumática é rara na América do Norte, Europa Ocidental e em outras regiões onde antibióticos são amplamente utilizados no tratamento de infecções, tais como infecções de garganta. Nessas regiões, a febre reumática é uma causa comum de regurgitação mitral somente entre idosos que não tiveram o benefício do acesso a antibióticos durante sua juventude e entre pessoas que se deslocaram de regiões onde antibióticos não são utilizados amplamente. Nessas regiões, a febre reumática ainda é comum e ainda causa estenose ou insuficiência mitral comumente, às vezes 10 anos ou mais após a infecção inicial. Repetidos ataques de febre reumática aceleram a deterioração da válvula.

SINTOMAS
A regurgitação mitral leve pode não causar nenhum sintoma. Quando a regurgitação é mais grave, ou quando há a fibrilação atrial, as pessoas podem sentir palpitações (sensação de que o seu batimento cardíaco mudou de ritmo) ou falta de ar. Pessoas com insuficiência cardíaca podem ter tosse, falta de ar durante o esforço ou em repouso, bem como inchaço nas pernas.

DIAGNÓSTICO
          Exame físico
          Ecocardiograma

A regurgitação mitral geralmente é diagnosticada com base nas características do sopro cardíaco ouvido através do estetoscópio. O sopro é um som característico produzido pelo refluxo de sangue que vaza para o átrio esquerdo quando o ventrículo esquerdo se contrai. Às vezes, esse distúrbio é diagnosticado quando um médico ouve o sopro durante um exame físico de rotina.
Os médicos fazem um ecocardiograma, o qual usa ondas de ultrassom para produzir uma imagem das estruturas cardíacas e do fluxo de sangue. O ecocardiograma fornece a maioria das informações sobre o tamanho do átrio e do ventrículo e sobre a quantidade de sangue que está vazando para que se possa determinar a gravidade da regurgitação.
O eletrocardiograma (ECG) e as radiografias torácicas indicam que o ventrículo esquerdo está aumentado. Se a regurgitação mitral for grave, a radiografia torácica também pode mostrar acúmulo de líquido nos pulmões.
O cateterismo cardíaco é feito frequentemente quando se planeja uma cirurgia para reparar ou substituir uma válvula mitral. Desta forma, os médicos podem identificar alguma doença arterial coronariana que também poderia ser tratada durante a cirurgia cardíaca.

TRATAMENTO
          Às vezes reparo ou substituição da válvula
Se a regurgitação for leve, pode não ser necessário nenhum tratamento específico. Entretanto, a regurgitação pode piorar aos poucos; portanto, faz-se um ecocardiograma periodicamente para ajudar a determinar se será necessário cirurgia. A cirurgia deve ser feita antes que o músculo cardíaco fique permanentemente enfraquecido.
Quando a regurgitação mais grave provoca insuficiência cardíaca em pessoas que não podem se submeter a cirurgia, essas pessoas recebem certos medicamentos para a insuficiência cardíaca, como espironolactona e carvedilol. Pessoas com fibrilação atrial recebem anticoagulantes como a varfarina.
A cirurgia pode envolver o reparo da válvula ou sua substituição por uma válvula artificial (prótese). A reparação da válvula elimina a regurgitação ou a reduz o suficiente para que os sintomas fiquem toleráveis e evitar danos ao coração. Quando possível, a reparação da válvula é preferível à sua substituição, pois uma válvula reparada geralmente funciona melhor do que uma válvula mecânica ou bioprostética, e a pessoa não necessita tratamento com anticoagulantes por toda a vida. Substituir a válvula elimina a regurgitação.

Válvulas cardíacas prostéticas são suscetíveis a infecções graves (endocardite infecciosa). Pessoas com uma válvula artificial devem tomar antibióticos antes de procedimentos cirúrgicos, odontológicos ou médicos ( Exemplos de procedimentos que requerem antibióticos preventivos nos Estados Unidos*) para reduzir o risco de infecção em uma válvula, mesmo que esse risco seja pequeno. A fibrilação atrial, se presente, pode necessitar de tratamento, incluindo o uso de anticoagulantes para prevenir a formação de coágulos.


Fonte:  Manual MSD





O corpo fala, preste atenção nos sintomas

Manchas na pele, coceiras, gânglios no pescoço, inchaço abdominal são alguns dos sintomas que podem esconder um câncer do sangue.

É importante ficar atento a eles.
“Um dos sintomas mais comum é o aparecimento de gânglios linfáticos aumentados, aqueles carocinhos duros, popularmente chamados de ínguas, em regiões como pescoço, axilas e virilha”, explica Dr. Jacques Tabacof.
Oncologista do Centro Paulista de Oncologia e membro do Comitê Médico Científico da Abrale.
De acordo com ele, os gânglios são normalmente uma reação do organismo a alguma infecção.
Mas podem ser sinal de um linfoma, por exemplo.
“Os ‘inofensivos’ são bem vermelhos, grandes, causam dor e deixam o lugar quente.

Portanto, se o caroço for pequeno, indolor e incolor e não tiver alteração de temperatura, exige atenção maior”.

As coceiras em várias partes do corpo estão entre as outras manifestações que podem levar à descoberta de um câncer do sangue.

Dores abdominais, somadas ao inchaço da região da barriga também exigem cuidado, pois, segundo o médico, podem significar um linfoma já mais avançado, que atingiu o baço ou o fígado.
“Geralmente junto com isso a pessoa começa a ter febre, sudorese e um emagrecimento repentino, o que indica estágio avançado e requer tratamento imediato”, afirma.
Nos homens, o aumento dos testículos também pode ser um indicativo de que algo está errado.

Atenção ao seu corpo


“O ideal é estar sempre atento ao corpo, pois ele nos dá sinais quando as coisas não vão bem.
Ter uma dor de garganta que dura uma ou duas semanas, por exemplo, é normal, mas se ela se estender por muito mais tempo isso quer dizer que algo mais sério está acontecendo, e não pode ser tratado como uma simples inflamação”.

Assim como em qualquer outra situação de dor intensa, a recomendação nesses casos é a de procurar um médico, que pode ser o clínico geral ou um pediatra (no caso das crianças) ou geriatra (no caso dos idosos).
“Eles examinarão e solicitarão mais testes e, caso seja necessário, encaminharão o paciente a um oncologista ou hematologista”, conta o médico, que lembra da importância de isso ser feito rapidamente.
“Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, maior é a chance de a doença estar em um estágio inicial, o que significará um tratamento mais curto, menos tóxico e mais eficaz”.
Porém.
Mesmo que esteja em fase avançada, o Dr. Jacques deixa claro que a cura é possível, ainda que dê mais trabalho.

Conheça aqui os principais sinais dos cânceres do sangue:

LEUCEMIAS
          Febre
          Suores noturnos
          Perda de peso
          Aumento dos linfonodos
          Aumento do baço
          Cansaço
          Anemia
          Sangramentos
          Manchas roxas na pele
          Dor nos ossos

LINFOMAS
          Tosse, dificuldade para respirar ou dor no peito (quando o linfoma atinge os gânglios linfáticos do tórax)
          Febre
          Suor noturno
          Perda de peso sem motivo aparente
          Coceiras na pele (prurido)
          Aumento do baço (esplenomegalia)
          Aumento dos gânglios linfáticos sem dor (carocinhos, que geralmente aparecem na região do pescoço, virilha e axila)

MIELOMA MÚLTIPLO
          Dores ósseas e fraturas ósseas espontâneas
          Cansaço, fraqueza, palidez e perda de peso
          Mau funcionamento dos rins
          Infecções constantes

MIELODISPLASIA
          Anemia
          Fraqueza e cansaço
          Palidez
          Sangramentos espontâneos
Febre


quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

O corpo humano - Cultura geral

1: Número de ossos: 206
2: Número de músculos: 639
3: Número de rins: 2
4: Número de dentes de leite: 20
5: Número de costelas: 24 (12 par)
6: Número de câmera do coração: 4
7: Maior artéria: Aorta
8: Pressão arterial normal: 120/80 mmhg
9: Ph de sangue: 7.4
10: Número de vértebras na coluna vertebral: 33
11: Número de vértebras no pescoço: 7
12: Número de ossos em ouvido médio: 6
13: Número de ossos na cara: 14
14: Número de ossos no crânio: 22
15: Número de ossos no peito: 25
16: Número de ossos nos braços: 6
17: Número de músculos no braço humano: 72
18: Número de bombas no coração: 2
19: Órgão maior: pele
20: Glândula maior: fígado.
21: Maior célula: ovo feminino.
22: Menor célula espermatozóide
23: Menor osso : Estribo do ouvido médio
24: Primeiro órgão transplantado: Rim
25: Comprimento médio de intestino magro (delgado) : 7 M
26: Comprimento médio de intestino grosso: 1.5 m
27: Peso médio do bebê recém-Nascido: 3 KG
28: Taxa de pulso em um minuto: 72 vezes
29: Temperatura corporal normal: 37 C° (98.4 '°)
30: Volume médio de sangue: 4 a 5 LITROS
31: Lapso de vida glóbulos vermelhos: 120 dias
32: Lapso de vida glóbulos brancos: 10 a 15 dias
33: Período de gravidez: 280 dias (40 semana)
34: Número de ossos em pé humano: 33
35: Número de ossos em cada punho: 8
36: Número de ossos na mão: 27
37: Maior glândula endócrino: Tireoide
38: Maior órgão linfático: Baço
39: Maior osso e mais forte: Fêmur
40: Músculo menor : Stapedius (ouvido médio)
41: Número de cromossomo: 46 (23 par)
42: Número de ossos bebê recém-Nascido: 306
43: Viscosidade de sangue: 4.5 a 5.5
44: Grupo de sangue doador universal: ou
45: Grupo de sangue receptor universal: AB
46: Maior glóbulo branco: Monócito
47: Menor glóbulo branco: Linfócito
48: O aumento da contagem de glóbulos vermelhos
é chamado: Policitemia
49: Banco de sangue no corpo é: Baço
50: Rio da vida chama-se: sangue
51: Nível normal colesterol sanguíneo:
100 MG / DL
52: Parte fluida do sangue é: Plasma

Uma máquina perfeitamente desenhada por Deus que
te permite desfrutar desta aventura chamada vida.


Cuida dela Não a estrague com vícios e excessos.


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domingo, 3 de novembro de 2019