sexta-feira, 6 de março de 2015

REVELAÇÕES APOS AS ELEIÇÕES!


Mal acabaram as eleições, o governo começa a revelar coisas que poderiam atrapalhar sua vitória.
A intenção da volta do CPMF, colocando os governadores aliados como bodes inspiratórios.
O escândalo do Enem, que foi uma trapalhada desde 2009, o TCU, descobriu que o MEC pagou R$ 4,5 milhões por serviços de impressão de provas não executadas.
Os custos adicionais para refazer o ENEM em dezembro de 2009, chegaram a R$ 28,9 milhões.
O TCU quer que o Inep cobre o ressarcimento pelos gastos adicionais do consórcio Connasel, contratado em 2009 para a realização das provas.
Foi descoberto que o Inep assinou um contrato com a Gráfica Plural, para confecção de material para 6 milhões de participantes, mas o ENEM teve apenas 4,1 milhões de inscritos.
O instituto repassou R$ 20 milhões para imprimir.
Os técnicos do Inep, responsáveis pelas realizações das provas, alegaram ao TCU que planejavam fazer um acerto de contas posteriores, deduzindo o valor repassado a mais, mas isso não foi possível em função da rescisão contratual. Além do pagamento antecipado não esta previsto, não houve garantias do dano erário.
Este ano a mesma Gráfica venceu a licitação para imprimir as provas, mas foi desclassificada pelo Inep.
Será que não era a hora de descontar o que foi pago a mais?
As provas do ENEM sempre foram em outubro ou setembro, nos anos anteriores.
Como as eleições foram marcadas para os dias 3 e 31 de outubro, o governo este ano colocou o Enem para novembro, com medo de dar alguma coisa errada, para não prejudicar sua candidata.
Através do BNDS, em medida provisória, o governo liberou R$ 25 bi para financiar o trem-bala, que até hoje se discuti a vantagem em ser construído.
Como garantia, o governo poderá liberar mais R$ 5 bi, se a empresa tiver prejuízo.
Mas o governo antes das eleições, afirmou que este projeto não teria dinheiro público.
Mas grave, no entanto, foi à compra de ações  através da Caixa Econômica Federal de 49% do banco PanAmericano, onde o governo sabia das dificuldades do banco.
Há quatro anos, o banco maquiava seus resultados como o Banco Central, já havia detectado.
O escândalo das motolâncias ligados ao SAMU, o MPF junto com o TCU, vão investigar indícios de irregularidades na aquisição de 400 motos sem equipamentos e suspeita de superfaturamento.
As motos sem os respectivos equipamentos de salvamento como desfibrilador esterno, oxigênio e oxímetro, até superfaturamento em eventos para entrega das motos.
O Deputado Federal Paulinho da Força Sindical, ligado ao ministro do trabalho, ambos do PDT.
Foi condenado junto com entidade, terão que devolver R$ 235 mil, além de pagar multas de R$ 471mil.
Por irregularidades com o fundo de amparo ao trabalhador (FAT).
Esta sentença é de agosto, mas só foi divulgada agora.
Entre as irregularidades, está a dispensa de licitações de contratações de escolas e cursos, pagamento antecipado por serviços, superposição de inscritos nos cursos, pagamento indevidos de tributos, inexistência de relatórios de fiscalização de execução dos contratos e uso de recursos do FAT de modo diversos ao estipulado pela União. Em 2003, o TCU determinou a suspensão de repasse de recursos do FAT para as centrais sindicais CUT, Força Sindical e Social Democracia Sindical por suspeita de fraudes.
Os apagões que ocorreram em 2009, nove empresas prestadoras de serviços de energia, foram multadas e recorreram e até hoje não pagaram.
Mas, os usuários terão que pagar com serviço extra de Itaipu e Furnas cerca de R$ 850 milhões nas suas contas em 2011.
Agora vem átona que 32 obras de investimento do governo, 18 delas do PAC, deveriam ser paralisadas com várias irregularidades.
Entre elas, algumas exibidas na propaganda eleitoral da Dilma.
Mas, este tipo de conduta não é de hoje.
Em 2006, na reeleição do Lula, o governo Boliviano através do seu presidente Evo Morales, amigo do Lula, baixou um decreto de nacionalização, em 1º de maio, para tomar as duas refinarias da Petrobras.
Para não prejudicar o Lula na eleição, o caso foi abafado e só se concretizou no final das eleições, com o governo boliviano pegando de assalto as refinarias da Petrobras.
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