ENEM
O escândalo do Enem, que
foi uma trapalhada desde 2009, o TCU, descobriu que o MEC pagou R$ 4,5 milhões
por serviços de impressão de provas não executadas.
Os custos adicionais para
refazer o ENEM em dezembro de 2009, chegaram a R$ 28,9 milhões.
O TCU quer que o Inep
cobre o ressarcimento pelos gastos adicionais do consórcio Connasel, contratado
em 2009 para a realização das provas.
Foi descoberto que o Inep
assinou um contrato com a Gráfica Plural, para confecção de material para 6
milhões de participantes, mas o ENEM teve apenas 4,1 milhões de inscritos.
O instituto repassou R$ 20
milhões para imprimir.
Os técnicos do Inep,
responsáveis pelas realizações das provas, alegaram ao TCU que planejavam fazer
um acerto de contas posteriores, deduzindo o valor repassado a mais, mas isso
não foi possível em função da rescisão contratual. Além do pagamento antecipado
não esta previsto, não houve garantias do dano erário.
Este ano a mesma Gráfica
venceu a licitação para imprimir as provas, mas foi desclassificada pelo Inep.
Será que não era a hora de
descontar o que foi pago a mais?
As provas do ENEM sempre
foram em outubro ou setembro, nos anos anteriores.
Como as eleições foram
marcadas para os dias 3 e 31 de outubro, o governo este ano colocou o Enem para
novembro, com medo de dar alguma coisa errada, para não prejudicar sua
candidata.
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