quarta-feira, 22 de julho de 2015

INTERVENÇÃO MILITA SIM

















O fundamental para que haja qualquer Constituição vigente, a democracia e o poder do povo, que é o que de fato é afetado e para quem é destinada a Carta Magna.
Portanto, antes de qualquer análise sincera, honesta consigo e coerente, precisa atentar-se ao artigo de número 1, que por sinal não é o primeiro à toa.

Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO e tem como fundamentos:
I - A SOBERANIA
II - A CIDADANIA
III - A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA
IV - OS VALORES SOCIAIS DO TRABALHO E DA LIVRE INICIATIVA
V - O PLURALISMO POLÍTICO

Parágrafo único.
TODO O PODER EMANA DO POVO, que o exerce por meio de representantes eleitos OU DIRETAMENTE, NOS TERMOS DESTA CONSTITUIÇÃO.

A intervenção constitucional militar, admitindo-se que o Exército é um braço do povo e está a seu serviço e existe como sua primeira linha de defesa externa e último recurso interno, é uma escolha e direito do povo clamar por sua mobilização para defendê-lo.
Basicamente, portanto, o que distingue um golpe de uma intervenção é se a ação é tomada para defender interesses próprios, políticos ou partidários ou se visa a responder aos apelos do povo.
Casos recentes de intervenção incluem o Egito e a Tailândia.
Embora a grande mídia tenha definido esses eventos como golpe, de fato eles foram intervenção.
No Egito, por exemplo, depois de violar a Constituição e tentar remodelar o país a própria imagem, a Irmandade Muçulmana enfrentou grande resistência da população, que foi às ruas em peso, resultando na intervenção.
Na Tailândia, a corrupção e o abuso de poder no governo também levaram a maioria da população a apelar e apoiar a intervenção.
Enfim, que escolha o povo brasileiro fará sem dúvida deve ser o resultado do foro íntimo de cada um e da soberania coletiva, e não dos arbítrios politiqueiros de uns poucos naquele outro foro, o Foro de São Paulo.

Só depende de nós!

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