quarta-feira, 22 de julho de 2015

EXÉRCITO É ACIONADO INTERVENÇÃO
SERÁ ANUNCIADA


















Os Militares são o instrumento, previsto na Constituição, para INTERVIR, em nome do POVO, quando as Instituições estão CORROMPIDAS.
Não será fácil, eles não sairão na boa e nós não podemos mais admitir essa facção criminosa de todos os políticos e partidos, desgovernando nosso país!

Bolsonaro confirma em palestra para o Movimento Brasil Livre as palavras do comandante do exército EDUARDO DIAS DA COSTA VILLAS BOAS, o exercito sempre ficará do lado do povo e está pronto para agir quando o clamor for claro em frente aos quarteis em todo o Brasil.

PALAVRAS DO GENERAL:
O Povo é o Soberano do Estado nas modernas democracias!
A Sociedade é que institui o Governo e ela tem o direito de CORRIGIR seus defeitos e vícios!
Não se trata de uma Intervenção Militar, mas sim de uma Intervenção Constitucional do POVO, da Sociedade brasileira!
Os Militares são o instrumento, previsto na Constituição, para INTERVIR, em nome do POVO, quando as Instituições estão CORROMPIDAS.
Não será fácil, eles não sairão na boa e nós não podemos mais admitir essa facção criminosa de todos os políticos e partidos, desgovernando nosso país!
O Povo ainda não entendeu!
Apesar da grande maioria hoje acreditar novamente em suas Forças Armadas e defender e pedir a Intervenção Constitucional, convocando nossas Forças Armadas para retirar os USURPADORES do Poder no Brasil, o Povo ainda não tornou essa vontade muito clara, um grande consenso brasileiro!
Palavras do general Gilberto Pimentel sobre a postura de Lula ao incitar o “EXÉRCITO DE STEDILLI“contra quem quer a deposição de Dilma.

“Esta postura incitadora de discórdia não pode ser de quem se considera estadista, mas sim de um agitador de rua qualquer. É inadmissível um ex-presidente da República pregar, abertamente, a cizânia na nação.
Não cabem arrebatamentos típicos de líder sindical que ataca patrões na busca de objetivos classistas", informou a nota no site da instituição.

Para o presidente do Clube Militar, o general Gilberto Pimentel, o ex-presidente Lula tenta se antecipar à prováveis denúncias de corrupção que possam ainda surgir no processo da Lava Jato, que apura irregularidades praticadas na Petrobras.
"O Clube Militar repudia, veementemente, a infeliz colocação desse senhor, pois neste país sempre houve e sempre haverá somente um exército, o Exército Brasileiro, o Exército de Caxias, que sempre nos defendeu em todas as situações de perigo, externas ou internas", disse Pimentel.

Milhões de brasileiros sentiram a necessidade de sair às ruas num impulso misto de patriotismo e sentimento de indignação com a situação político-econômica a que se veem submetidos.
Foram mostrar o repúdio a toda a gama de coisas erradas que o governo tem perpetrado, até mesmo com desfaçatez, ignorando a população e prosseguindo na busca de seu projeto de poder.

E toda essa demonstração de insatisfação serviu para mudar alguma coisa?

Sim, pois, no mínimo, sinaliza aos seguidores do Foro de São Paulo, hoje dirigindo o Brasil, que não podem pensar, impunemente, em nos transformar em uma ditadura similar a da Venezuela, nem mesmo num sofrido Equador ou Bolívia que já trilham o caminho abominável do que chamam de bolivarianismo.
Que não se olvide, também, que o Brasil, diferentemente desses nossos vizinhos, tem Forças Armadas avessas à execução de políticas partidárias e ideologias em seu âmago, dedicando-se, exclusivamente aos interesses nacionais.

Simples assim?
Obviamente que não!
Havemos de ter, a partir de agora, uma onipresente vigilância quanto ao que o governo pretende nos impor e quanto às medidas a serem implementadas por ele, prometendo buscar soluções para os problemas que nos afligem, diga-se de passagem, gerados por ele próprio em sua sanha despótica.
Toda a moral brasileira tem que ser revista e em todos os níveis.
Logicamente, a cúpula governante, a elite da Nação, tem que dar o exemplo e se corrigir.
Não basta mais dizer, em discursos recorrentes, que vai combater a corrupção, se, na verdade, está praticando esse câncer social na busca de seus interesses.

INTERVENÇÃO MILITAR SIM:
O fundamental para que haja qualquer Constituição vigente, a democracia e o poder do povo, que é o que de fato é afetado e para quem é destinada a Carta Magna.
Portanto, antes de qualquer análise sincera, honesta consigo e coerente, precisa atentar-se ao artigo de número 1, que por sinal não é o primeiro à toa.

Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO e tem como fundamentos:
I - A SOBERANIA
II - A CIDADANIA
III - A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA
IV - OS VALORES SOCIAIS DO TRABALHO E DA LIVRE INICIATIVA
V - O PLURALISMO POLÍTICO

Parágrafo único.
TODO O PODER EMANA DO POVO, que o exerce por meio de representantes eleitos OU DIRETAMENTE, NOS TERMOS DESTA CONSTITUIÇÃO.

A intervenção constitucional militar, admitindo-se que o Exército é um braço do povo e está a seu serviço e existe como sua primeira linha de defesa externa e último recurso interno, é uma escolha e direito do povo clamar por sua mobilização para defendê-lo.
Basicamente, portanto, o que distingue um golpe de uma intervenção é se a ação é tomada para defender interesses próprios, políticos ou partidários ou se visa a responder aos apelos do povo.
Casos recentes de intervenção incluem o Egito e a Tailândia.
Embora a grande mídia tenha definido esses eventos como golpe, de fato eles foram intervenção.
No Egito, por exemplo, depois de violar a Constituição e tentar remodelar o país a própria imagem, a Irmandade Muçulmana enfrentou grande resistência da população, que foi às ruas em peso, resultando na intervenção.
Na Tailândia, a corrupção e o abuso de poder no governo também levaram a maioria da população a apelar e apoiar a intervenção.

Enfim, que escolha o povo brasileiro fará sem dúvida deve ser o resultado do foro íntimo de cada um e da soberania coletiva, e não dos arbítrios politiqueiros de uns poucos naquele outro foro, o Foro de São Paulo.

Só depende de nós!
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