sexta-feira, 9 de agosto de 2013

LATA VELHA – A GRANDE FARSA


Vejam quem realmente é o Sr. Luciano Huck ( o “Bom Moço” da rede Globo) !!!
Até achei que era uma bobagem dessas postadas no face , mas o link no final da página do tribunal de justiça no rio de janeiro comprova o fato !
Lamentável !!

ABAIXO A MATÉRIA.

Você com certeza já deve ter assistido ao quadro "Lata Velha",de um programa Global (Caldeirão de Huck).
E se acaso você é desses que ainda sonha em ter seu carro reformado em rede nacional,melhor ler isto primeiro.
A verdade é que o quadro não passa de mais uma farsa da Rede GLobo.
A fraude foi desmascarada por João Marcelo,que foi escolhido para participar do quadro.
Com o intuito de baratear custos e cumprir a promessa, o carro antigo a ser restaurado é trocado por outro, que então é reformado para se parecer com o carro do cliente.
Após isso começa a segunda etapa, uma série de propostas e subornos para manter o cliente calado, até falsificação de documento e assinatura.
Fico a pensar se um bloco supostamente simples como o “Lata Velha” tem tantas fraudes, apenas para conseguir lucrar em cima, quantos podres ainda estão sob as mentiras e calúnias da Globo?

UM DIA A CASA CAI… (TEXTO ORIGINAL)
 “Estava bom demais para ser verdade.
Foi o que pensou João Marcelo Vieira, 37 anos, ao participar do quadro Lata velha, no programa Caldeirão do Huck, da Rede Globo.
O sonho de ver seu Opala verde, ano 79, transformado em uma super máquina durou menos de 24 horas.
No dia da gravação, o vendedor não percebeu que não existia mais nada do Opala no modelo reformado.
Nem no dia seguinte, quando a produção rebocou novamente o carro para a oficina, alegando que iria acertar a documentação.
Meses depois, ele recebeu o carro, e só então percebeu, com o documento na mão, que o registro era uma Caravan 79.
O próprio João Marcelo demorou para entender o que estava acontecendo.
O documento esclarecia as dúvidas, a Caravan marrom, que antes pertencia a Rubem de Souza, em Minas Gerais, teria sido comprada por ele próprio por R$ 4.200!
O problema é que João, dono de um quiosque na Praia do Recreio, garante que nunca esteve na cidade de Ribeirão das Neves, em Minas, tão pouco adquiriu o carro e muito menos assinou o documento de compra e venda.
Estava, segundo ele, configurada a fraude.
E começou uma odisséia em busca do verdadeiro carro.
 “Me deram o documento do carro com minha assinatura falsificada e sumiram com o Opala, que era de um tio que morreu de câncer e me pediu para não vendê-lo nunca”, lembra João Marcelo.
O Opala, que tinha o apelido carinhoso de Ogro, estava caindo aos pedaços, só pegava no tranco, mas quebrava galhos.
O quiosqueiro nunca tinha pensado em fazer a reforma.
A participação no Lata velha foi sugestão de dois clientes, os atores Rodrigo Hilbert e Fernanda Lima.
A pedido deles, João Marcelo escreveu uma carta, entregue, em mãos, a Luciano Huck, durante uma festa.
Dias depois, a produção do programa procurou pelo comerciante, fez entrevistas e fotos do carro.
“Na terceira entrevista, o Luciano apareceu no meu quiosque já para pegar o carro.
Ele me propôs cantar uma ópera.
Tive sete aulas de canto em Niterói.
Tudo isso levou uns 26 dias.
O carro supostamente foi para Belo Horizonte, eu acho, porque, até agora, a Justiça não conseguiu achar a oficina, cujo endereço foi passado pelo próprio dono, Paulinho Fonseca, baterista da banda Jota Quest”, diz João Marcelo.
Para ter seu carro modificado no programa, João interpretou no ar O sole mio, de Luciano Pavarotti, e emocionou o público.
“No dia seguinte a gravação, dei uma volta com o carro, escoltado pela Globo.
Logo depois, a emissora mandou rebocá-lo sob alegação de que atualizaria a documentação.
No quarto dia, recebi um telefonema da Rita, da produção do Caldeirão, dizendo que uma pessoa do Sul tinha oferecido R$ 120 mil para comprar meu carro.
Não aceitei porque minha intenção era ficar com o Opala modificado”, explica.
Dois meses se passaram e nada do carro voltar.
Ele conversou com Fernanda Lima, que conseguiu marcar uma reunião na Globo.
Lá, João Marcelo diz que recebeu uma proposta financeira e que todos assumiram o erro do programa.
Segundo o comerciante, a emissora não gostaria que o caso fosse para a Justiça.
O encontro teria acontecido na sala do diretor da emissora Aloísio Legey.
“Havia três advogados, o Paulinho, o Aloísio e a Ana Bezerra, diretora de produção.
O Aloísio perguntou o que eu queria e disse que se eu levasse o caso para a Justiça demoraria três anos.
Falei que não queria nada, só o meu carro de volta”, conta João Marcelo, que não esperava uma reação tão enérgica do diretor, “O Aloísio bateu na mesa e disse que isso poderia acabar com o programa do Luciano quando eu falei que minha carruagem tinha virado abóbora e, por isso, a situação era grave”, afirma.
O comerciante contou que ficou acertado no encontro que o programa devolveria o Opala transformado.
Passados outros dois meses, o carro foi entregue.
Mais uma vez, era a tal Caravan, “Quando me deram a documentação, vi que era da Caravan marrom.
O carro foi comprado por R$ 4.200 e ainda falsificaram minha assinatura para legalizar a transferência.
O número do chassi na documentação não era do Opala.
As placas de identificação nas portas do veículo também eram de outro carro.
O carro é um Frankenstein, foi remontado em cima de outra carcaça”, garante.
Desde janeiro, corre na Justiça um processo contra a Rede Globo e a Oficina Nittro Hot Rods no cartório da 1ª Vara Cível, em Jacarepaguá, com um pedido de indenização por danos morais e materiais.
A pergunta que fica é a seguinte...
Onde foi parar o Opala?

E PARA QUEM AINDA NÃO ACREDITA, AQUI VAI O LINK DO PROCESSO EM ANDAMENTO:





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