quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Ver, com os olhos da Bondade, a senda do Espírito

Ver, com os olhos da Bondade, a senda do Espírito.

Reparar, com os olhos da Alma, a senda que conduz à nossa Plenitude, à nossa Bem-aventurança.

Há quem diga que o Tempo é um rio que corre.

No entanto, tal comparação constitui  um profundo engano.

O rio, a correnteza que tão ligeiro passa somos nós.

O Tempo é a margem imóvel, eterna, que assiste indiferente a nossa passagem.

Somos um rio que almeja reencontrar a Fonte.

Quem diz Fonte diz o Amor Supremo que tudo nutre, tudo sustenta e tudo ampara.

O nosso coração é  o bem mais precioso que possuímos.

Quando foi a última vez que nos recolhemos no Silêncio para refletir sobre como temos cuidado deste precioso tesouro?

Que possamos fazer da seguinte passagem das Escrituras a nossa orientação, a nossa bússola, o nosso guia.

Ó Filho do Espírito!

 Meu primeiro conselho é este:

Possui um coração puro, bondoso e radiante, para que seja tua uma soberania antiga, imperecível e eterna.

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