Ver, com os olhos da Bondade, a senda do Espírito.
Reparar, com os olhos da Alma, a senda que conduz à nossa Plenitude, à nossa Bem-aventurança.
Há quem diga que o Tempo é um rio que corre.
No entanto, tal comparação constitui um profundo engano.
O rio, a correnteza que tão ligeiro passa somos nós.
O Tempo é a margem imóvel, eterna, que assiste indiferente a nossa passagem.
Somos um rio que almeja reencontrar a Fonte.
Quem diz Fonte diz o Amor Supremo que tudo nutre, tudo sustenta e tudo ampara.
O nosso coração é o bem mais precioso que possuímos.
Quando foi a última vez que nos recolhemos no Silêncio para refletir sobre como temos cuidado deste precioso tesouro?
Que possamos fazer da seguinte passagem das Escrituras a nossa orientação, a nossa bússola, o nosso guia.
Ó Filho do Espírito!
Meu primeiro
conselho é este:
Possui um coração puro, bondoso e radiante, para que
seja tua uma soberania antiga, imperecível e eterna.
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