quarta-feira, 6 de maio de 2020

Atenção Brasil

Celso de Mello judica para derrubar o presidente Bolsonaro?

Está claro que a aristocracia medieval brasileira tenta, de todas as formas, impedir Jair Bolsonaro de governar.

Não queriam sua candidatura.

Candidato, tentaram impedir sua eleição.

Eleito, não querem que ele governe.

Mobilizaram o Congresso.

O povo reagiu e Deputados e Senadores recuaram ante a força popular do governo.

Agora manejam junto ao STF, que age num nítido ativismo judiciário nada republicano para desestabilizar o governo e o Presidente.

Primeiro foi a decisão de Alexandre de Moraes impedindo que o Presidente exercitasse um "direito/dever" constitucionalmente assegurado de indicar o Diretor-Geral da Polícia Federal. 

Agora, para criar um fato político, Celso de Mello, no apagar das luzes da sua pálida carreira, aceita a jurisdição para ser relator num inquérito para investigar Bolsonaro, de quem é um inimigo de fígado declarado (como público e notório). 

Esse ministro, ademais, tecnicamente, está impedido por ser suspeito para conhecer, processar e julgar a quem combate em contundentes discursos prolatados fora dos autos.

Agora, Celso Mello manda ouvir o ex-ministro Sérgio Moro com urgência.

Para que?

Com que fim se não é para incendiar as relações institucionais ou para criar um fato para sacar do poder o Presidente?

A elite acadêmica, política e econômica quatrocentona paulista liderada por FHC, junto com as oligarquias que mandam no Brasil há um século, conspiram para tirar Bolsonaro do poder.

O governo tem base social sólida, ativa e participativa.

Podem tentar, mas tenho a nítida intuição, que não vai ser mamão com açúcar remover um Presidente que não cometeu nenhum crime e que teve 56 milhões de votos.



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