A PSICOLOGIA E O PRESIDENTE
Por Nara Resende,
psicóloga clínica há 27 anos.
"No dia 04 de abril
de 2020, a Folha de São Paulo convidou
alguns profissionais para
fazerem uma leitura sobre a
personalidade do
Presidente Jair Messias Bolsonaro.
Dentre os consultados, decidi
rebater os argumentos de dois
professores da USP,
Christian Dunker e Míriam Debieux Rosa
e do psicanalista Mário
Corso.
Naquele veículo de
comunicação, afirmam que o Presidente tem
atitudes que se enquadra
numa lógica paranóica, messiânica e
delirante, demonstra
fragilidade e onipotência.
Contrapondo o primeiro argumento:
1- "LÓGICA PARANÓICA, MESSIÂNICA e DELIRANTE."
FATO:
Jair Messias Bolsonaro recebeu uma facada em
Juiz de Fora durante sua
campanha presidencial.
FATO:
Candidatos a deputados e governadores usaram
o seu nome como trampolim
e depois o descartaram.
FATO:
Presidente da Câmara usurpou o seu protagonismo
na Reforma da Previdência.
FATO:
STF juntamente com o Congresso e a mídia articulam
para lhe retirar o poder
conquistado de modo legítimo.
FATO:
Governador adultera dados da Saúde.
"A Resolução nº 26,
assinada em 20 de março de 2020 pela
Secretaria de Segurança
Pública do Governo de São Paulo,
considera que qualquer
cadáver, independentemente da
causa da morte, “é
portador potencial de infecção por Covid-19”.
FATO:
Ministro escolhido por ele adia a autorização de um
medicamento capaz de
salvar vidas durante a pandemia da COVID-19.
FATOS, FATOS, FATOS...
SE O PRESIDENTE VIVE SOB A REALIDADE DOS FATOS...
QUEM DELIRA AQUI?
QUEM É O PARANÓICO?
O Presidente tem os pés no
chão, tem a cabeça ligada
na realidade factual.
Delírio seria se ignorasse
a grandeza dos perigos
a que está exposto.
2- O Presidente demonstra "FRAGILIDADE e ONIPOTÊNCIA".
Frágil porque assume que
repensou algumas de suas decisões?
Não seria tal
comportamento um gesto de força e grandeza?
Frágil porque reza, ora e
se ajoelha diante de altares?
Frágil porque usa palavras
chulas para, concretamente,
desmascarar a trama do
jogo do politicamente correto?
Frágil porque recebeu cusparada
na cara e não revidou?
Frágil porque chora, bate
na mesa e se indigna com uma mídia
que lhe acusa de ser o
mandante do assassinato de uma vereadora?
ONIPOTENTE?
MESSIÂNICO?
Seguiu todas as regras
eleitorais.
Usou as redes sociais como
principal meio de publicidade.
Alcançou a sua meta com
gasto de campanha
no valor R$ 2.812.442,38.
Foi eleito com 57.797.847
de votos.
Puxa vida, esses dados, de
fato, sugerem onipotência.
Os profissionais
entrevistados devem ter se espantado
com esses dados.
Apesar desses feitos
hercúleos, Bolsonaro é Messias,
mas não é messiânico.
O nome disso é POTÊNCIA!
Ele é um presidente
POTENTE, por isto alcançou o topo.
Foi a sua POTÊNCIA que o
levou ao mais alto cargo do país.
Mais uma vez, a sua
riqueza veio de dentro, de sua POTÊNCIA.
Terceiro e último
contraponto, Dunker, em 14 de novembro de 2019,
numa entrevista para a
revista eletrônica Brasil de Fato, afirmou que
"Bolsonaro é TIRANO SOLITÁRIO".
"Brasil de Fato"
ou de boato?
De quais meios
absolutistas o Presidente se utilizou até o momento?
Confiscou a sua casa?
Dividiu a sua família?
Invadiu as suas terras?
Impediu que você
professasse a sua fé?
Decaptou gays?
Enforcou traficantes?
Trancafiou opositores
políticos?
Monitorou o seu celular?
Controlou o seu horário de
sair de casa?
Determinou quantos
quarteirões você pode transitar?
Proibiu banhistas de
frequentar as praias das cidades?
Bloqueou as redes sociais?
Desarmou você?
Impediu de usar o Fundo
Partidário para combater
a pandemia do Covid-19?
Libertou criminosos e ameaçou
trabalhadores?
NÃO, NENHUMA ATITUDE TIRÂNICA FOI TOMADA,
PORTANTO CAI EM CACOS MAIS ESSE ARGUMENTO.
Bolsonaro é um homem do
diálogo espontâneo, livre, franco, direto.
Usa de chistes com os mais
conhecidos, brinca com as palavras,
conversa com seus pares de
verdade e rompe com quem entra
em dissonância com o seu
projeto inicial de campanha.
Ele escuta os eleitores.
Um Presidente que, pela
primeira vez na história do Brasil, sofre,
chora e sente o que seu
povo sofre, sente e chora.
Ele, no mais legítimo da
palavra, REPRESENTA a voz
amordaçada dos
brasileiros.
Finalmente, darei um recado
aos meus pares de profissão:
“O bom profissional não
analisa discurso, isto eu aprendi em
1990, no quinto período de
Psicologia, quando atendi
os primeiros pacientes
durante estágio na Clínica da
Universidade Federal de
Uberlândia.”
Nossa, eu era uma garota!
O bom profissional observa
os detalhes, as entrelinhas, o que
não foi dito, os gestos, o
tom da voz, a lágrima contida, a
alegria sofrida, as
palavras soltas, gemidas, mal faladas,
tremidas, cuspidas,
desesperadas, honrosas, amorosas.
O bom profissional analisa
o contexto em que
o indivíduo está inserido.
Se amado, perseguido,
ameaçado de fato ou por delírio.
Por fim, os Conselhos
Federais, Regionais e as Sociedades PSIS
precisam deitar-se,
novamente, nos divãs para que as
suas ideologias políticas
não contaminem diagnósticos
e não adulterem
prognósticos.
Um apelo de uma
profissional que não quer ver a sua
classe perder a
credibilidade tão duramente conquistada."
Nara Resende, psicóloga clínica há 27 anos.
FAÇA COM QUE ESSE TEXTO
CORRA O PAÍS!
Mesmo com a dificuldade do
Whatsapp com limitação de 1 envio por vez, compartilhe com todos!
VIRALIZE!
Nenhum comentário:
Postar um comentário