REFINARIA DE MANGUINHOS
Uma investigação da
policia Civil sobre fraudes na venda de combustível no estado do Rio de
Janeiro.
O golpe de acordo com as
investigações, as empresas teriam recorrido a um regime especial de
substituição tributária, concedido nos governos Benedita e Rosinha, permite ás
distribuidoras comprar os produtos, gasolina e etanol, sem recolher o ICMS
devido diretamente na origem (refinarias).
Porém, só pode ser
aplicados nas operações interestaduais.
Ou seja, mandava apenas as
notas fiscais para as distribuidoras em outros estados para não pagar os
impostos e distribuíam os combustíveis na cidade do RJ, os combustíveis não
tributados.
O estado perdia R$ 850 Milhões
ao ano com esta fraude.
Nas investigações,
aparecem nomes de um deputado federal e um senador.
Um parlamentar não
identificado não é o único do grupo nas esferas do poder.
Numa das conversas
gravadas, uma pessoa conversa com Carla Verônica que seus patrões num jantar
com pessoas influentes no governo federal, uma chamada de Reno, e a outra
assessora de José Dirceu (tudo de PODRE nesse país envolve esse crápula, toda
roubalheira e patifaria tem sempre o dedo podre desse lixo chamado José Dirceu).
Seria a compra de
combustível da estatal venezuelana.
Os dirigentes da refinaria
ficavam sempre informados das fiscalizações.
Ex-assessor de Dirceu,
Marcelo Sereno, presidiu a Grandiflorum como conselheiro da empresa que tem o
controle acionário da refinaria.
Sereno, no governo do
estado durante a concessão do regime especial para as distribuidoras de
combustível, como secretário executivo do gabinete da então governadora
Benedita.
Sereno, vai assumir em
Marica, os R$ 20 Milhões de royalties que Marica passará a receber.
Sereno é testemunha de
defesa do deputado cassado José Dirceu, que responde como um das cabeças do
escândalo do mensalão.
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