MAIS ESCÂNDALOS ENVOLVENDO O PT
A juíza do TER do Acre Arnete Guimarães foi acusada pelo MPFE de tomar
decisões que beneficiaram o ex-governador do estado eleito senador Jorge Viana,
do “PT”.
A juíza atendeu ao pedido de Viana e determinou à PF a devolução do seu
material de campanha no comitê do petista.
Arnete é ligada a Viana desde (1999 a 2006), no cargo de diretora do
DETRAN.
Também foi doadora de campanha do Viana.
No atual governo do PT, ocupou um cargo no PROCON.
No dia 03 o MPF recorreu no TER e pediu a suspenção da juíza, pelos vínculos
com Viana.
A juíza foi afastada do caso e os computadores de Viana continuaram
retidos.
No dia 26/10 a juíza renunciou o cargo do TER.
Ela foi indicada pela OAB do Acre e sua nomeação foi assinada pelo LULA.
JUSTIÇA BLOQUEIA BENS DE ACUSADO DA MORTE DE CELSO DANIEL DO PT...
Acusados teriam desviado mais de R$ 5 milhões da prefeitura de Sto. André
que era administrada pelo “PT”.
O esquema foi descoberto com a morte do prefeito Celso Daniel, em 2002.
Mais sete pessoas foram
mortas em circunstâncias misteriosas são elas:
· Dionísio Aquino Severo- Sequestrador de Celso Daniel e uma das principais testemunhas no caso.
Uma facção rival à dele o matou três meses após o crime.
· Sergio ‘Orelha’- Escondeu Dionísio em casa após o sequestro.
Fuzilado em novembro de 2002.
· Otávio Mercier- Investigador da Polícia Civil.
Telefonou para Dionisio na véspera da morte de Daniel.
Morto a tiros em sua casa.
· Antonio Palácio de Oliveira- O garçom que serviu Celso Daniel na noite do crime pouco antes do sequestro.
Em fevereiro de 2003.
· Paulo Henrique Brito- Testemunhou a morte do garçom.
Levou um tiro, 20 dias depois.
· Iran Moraes Redua- O agente
funerário que reconheceu o corpo do prefeito jogado na estrada e que chamou a
polícia em Juquitiba, morreu com 2 tiros em novembro de 2004.
· Carlos Delmonte Printes-
Legista que atestou
marcas de tortura no cadáver de Celso Daniel, foi encontrado morto em seu
escritório em São Paulo, em 12 de outubro de 2005.
· Eliana Vendramini- a promotora responsável
pela investigação e denúncia que apura o assassinato do ex-prefeito Celso Daniel,
em Agosto de 2010, sofreu um estranho acidente automobilístico em uma via
expressa de São Paulo.
O veículo blindado e conduzido pela promotora, capotou três vezes após
ser repetidamente atingida por outro automóvel, que fugiu sem prestar socorro,
ela sobreviveu.
Muitos integrantes da
família do prefeito morto acreditam na hipótese de crime político.
Segundo o irmão de Celso
Daniel, o oftalmologista João
Francisco Daniel, o prefeito morreu porque detinha um dossiê sobre corrupção na
prefeitura
de Santo André.
Tal hipótese é questionada
por muitos, uma vez que João Francisco, filiado ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), fazia oposição a seu irmão, com quem
era rompido pessoal e politicamente.
João alega que o suposto
esquema de corrupção envolvia integrantes do governo municipal e empresários do
setor de transportes e contava ainda com a participação de José Dirceu.
Empresários de ônibus da
região do ABC Paulista, como a família Gabrilli,
controladora da Viação São José e Expresso Guarará, confirmou
que Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, coletava mensalmente uma propina das
empresas, com valores que variavam entre R$ 40 mil a R$ 120 mil.
Ainda de acordo com estas
denúncias, as empresas que participavam do suposto esquema seriam beneficiadas
em Santo André.
Para se ter uma ideia das
denúncias, a filha do dono da Viação São José e Expresso Guarará, Ângela
Gabrilli, contou em depoimento ao Grupo de
Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público de Santo André, e à CPI da Câmara Municipal de Santo André, realizada logo
após a morte de Celso Daniel, que a Viação Padroeira, que
supostamente participava do apontado esquema, ganhou a concessão de uma
linha, prejudicando a Viação São José que mantinha uma linha com
itinerário semelhante.
A linha da Viação
Padroeira acabou fazendo com que a São José extinguisse a linha mais antiga, e
entrasse em prejuízo.
Até então, a Viação São
José não participava do suposto esquema.
Os acusados negam as
denúncias e vêm se defendendo nos fóruns apropriados.
Ainda segundo depoimento
do irmão de Celso, João Francisco Daniel, algumas pessoas começaram a desviar
para suas contas pessoais o dinheiro, que por sua vez já era desviado
ilegalmente para o PT.
Celso Daniel descobriu
isso e preparou um dossiê, que teria desaparecido após seu assassinato.
De acordo com o MP,
tiveram os bens bloqueados políticos, empresários e Sergio Gomes da Silva, o
“Sombra”, todos ligados as empresas de ônibus da cidade.
O Sombra, estava na
direção do veículo, disse que na hora a trava e o câmbio da Pajero não
funcionaram.
Obs: Segundo
o laudo da perícia, não foram encontrados nenhum defeito no carro.
Os bandidos armados então abriram a porta do carro,
arrancaram o prefeito de lá e o levaram embora.
Sombra, ficou no local e nada aconteceu com ele.
O chefe de gabinete do lula, Gilberto Carvalho, também é
citado como integrante da quadrilha.
Foi feito um esquema na secretária de transporte daquele município
para cobrar propina.
Segundo o MP, a cobrança era para bancar campanhas do “PT”.
A função de Gilberto Carvalho, então chefe de gabinete da
prefeitura de Sto. André, era transportar o dinheiro até a direção nacional do
“PT”.
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