sexta-feira, 6 de março de 2015

ESTABILIDADE DA ECONOMIA


Na abertura do mercado internacional nos anos 1990 e no Programa Nacional de Desestatização que estava previsto no meio de uma inflação com mais de 1000% ao ano, não foi o suficiente na época para começar a estabilidade econômica.
O controle da inflação veio com o plano Real, no governo de Itamar Franco, onde se reuniu vários economistas para elaborar o Plano Real.
O Ministro da Fazenda na época era o FHC.
Veio  o controle das finanças públicas que corriam pelos ralos.
Com a atração do capital privado para setores monopolizados  que  o país começou a andar.
Com a volta dos capitais e dos investimentos, em 1995 havia montadoras de veículos somente em SP e Minas, em 2002, já haviam outras espalhadas no país, no Rio Grande, Paraná, Rio de Janeiro, Goiás e Bahia.
Em1995, a Petrobras não produzia 700.000 barris/dia, em 2002, ultrapassou um Milhão e meio de barris.
A expansão das telecomunicações, Companhias Siderúrgicas, da indústria aeronáutica, a indústria naval em 1999 com a encomenda pela Petrobras de 22 navios.
Daí em diante, nossa economia não parou de crescer.
Junto com o crescimento, deu-se a redução da pobreza.
O efeito estabilizador do plano real reduziu a proporção dos pobres.
A redução da pobreza foi o resultado do crescimento e políticas de salário mínimo, de 48% entre 1995 e 2002, e de 60% nos oito anos posteriores.
Mas, o atual presidente, embriagado pelos êxitos, “confundiu-se” e atribui a si o sucesso da economia.
Pior, conseguiu convencer o povo menos esclarecido ou aqueles que não gostam de enxergar, que ele fez milagre e se tornou um “mito”, com as pesquisas que davam 85% de aprovação.
Mas não foi isso que as urnas provaram, se houve segundo turno.
Obs: FHC ganhou nos anos de 1994 e 1998 do então LULA, no primeiro turno nas duas eleições.

Será que a sua companheira fiel, dará conta?
Temos que aumentar nossa capacidade de inovar e competir para que nos anos seguintes, não ficarmos parados.
Rever a área fiscal, tributária, política, educação, ciências tecnologia.
Sem isso, será difícil ter um país competitivo.

Temos que investir na revolução educacional do que na expansão de programas assistencialistas.
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