quinta-feira, 13 de março de 2014

É HORA DA NAÇÃO ACORDAR


Denso nevoeiro vem escurecendo os horizontes do nosso futuro e, a médio prazo, um vendaval de grandes consequências pode acontecer.
Cresce o abismo que separa o povo das elites políticas.
A violência tomou conta do País.
Com falta de segurança, a população está em pânico.
Os assaltos dobraram.
Os homicídios crescem de forma assustadora.
A corrupção ganha força na política e se alastra em altos níveis na administração pública, na mais virulenta contaminação.
A liberdade tornou-se licenciosidade.
A democracia é domesticada pela elite do poder, na permissividade das mesmas.
A Justiça é cruelmente lenta para o direito triunfar.
Na quadrilha do mensalão, havia provas incontestáveis para enquadrar no rigor das leis penais, após a denúncia.
A Justiça chegou atrasada, cinco anos depois.
E como os corruptos de colarinho branco pertencem às elites, audaciosamente exigem e impõem condições especiais, tratamento diferenciado.
E quando aparecem em público, com um rasgado sorriso, de braços erguidos, abanam para o povo, como verdadeiros heróis nacionais.
Seria cômico se não fosse trágico.
A Justiça fica desacreditada perante o povo.
Outro paradoxo é o caso de ministro do STF mandar pagar para mais de dois mil funcionários do Congresso Nacional o salário acima de R$ 29 mil, violando dispositivo constitucional.
É incrível que funcionários burocratas que não produzem riqueza tenham um salário de R$ 30 mil a R$ 40 mil mensais.
Esse pantanal da burocracia em que o Brasil está atolado até o pescoço é o sorvedouro do dinheiro público e um entrave para seu crescimento.
É espantoso que um operário que produz riqueza para o País ganhe o salário-mínimo de R$ 724,00, enfrentando um transporte cruel, desumano e caro.
Quando a nação vai acordar para mudar de paradigma?
O povo está no limite da sua tolerância.

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