VANDALISMO EM SP E NO RIO MOSTRA QUE O PAÍS
SE APROXIMA DE UMA PERIGOSA DITADURA COMUNISTA.
É PRECISO CONTER !!!
Em qualquer país sério e
com governantes responsáveis, os vândalos do grupo Black Bloc já estariam
devidamente presos e respondendo aos pertinentes processos judiciais, uma vez
que é inaceitável a inversão de valores que vem ocorrendo com o apoio da
esquerda verde-loura, a quem interessa a instalação da baderna.
O que se viu na noite de
segunda-feira (07/10/2013) em São Paulo e no Rio de Janeiro, as duas maiores e
mais importantes cidades brasileiras, foi uma sequência de atos de vandalismo
que pode ser traduzida facilmente por atentado contra a ordem e claro desafio
ao conjunto legal vigente.
No momento em que não
reage à altura, o Estado, como um todo, torna-se conivente com o vandalismo que
vem crescendo em algumas cidades do País.
Alegam esses criminosos
que são anarquistas, mas essa desculpa deve ser enfrentada com a dureza da lei
e a manutenção da ordem, sob pena de as autoridades tornarem-se coniventes com
a instalação do último trampolim para um ditadura comunista, como a que há anos
corrói a vizinha e já depauperada Venezuela.
No momento em que o
cidadão é visto pelo Estado como contribuinte, esse tem o direito a uma série
de garantias explicitadas na Constituição Federal, entre elas o direito à segurança
pública e à propriedade privada.
Ao permitir que as
reivindicações sejam apresentadas na esteira da violência, o governo expõe sua
falência como gestor de uma sociedade que se apoia no poder paralelo e na
ilegalidade para fazer valer seus direitos, se é que assim devem ser encarados
os atos de vandalismo.
Contudo, causa espécie o
fato de até agora o desgoverno petista de Dilma Vana Rousseff ter se
pronunciado com contundência a respeito da onda de violência que se alastra
pelas grandes cidades.
Ao PT interessa esse
cenário caótico, pois quanto mais grave for a situação mais chicaneira será a
promessa feita aos incautos eleitores, que, cansados do caos, aceitarão o pior
como sendo a tábua de salvação.
Na cidade do Rio de
Janeiro, além de ônibus incendiados e destruídos, os vândalos depredaram
agências bancárias, bares e restaurantes.
Também atacaram a Câmara
Municipal, o Clube Militar e o consulado dos Estados Unidos.
Contra esses prédios os
manifestantes atiraram bombas caseiras e coquetéis molotov, causando enormes
estragos e provocando insegurança.
Na capital paulista não
foi diferente.
Com a participação de
baderneiros cariocas, que viajaram à cidade de São Paulo especialmente para
participar da baderna, os vândalos destruíram dezenas de orelhões, depredaram
oito agências bancárias e duas lanchonetes localizadas na região central.
Viaturas policiais foram
atacadas, a estação República do Metrô precisou ser fechada e o Museu de Arte
de São Paulo (Masp) amanheceu pichado.
O grupo de marginais que
atuou em São Paulo era formado por estudantes (sic) da USP, integrantes do
Black Bloc e de centrais sindicais.
Para promover a baderna os
vândalos usaram, além da incoerência, martelos, marretas, pedras e bombas
caseiras.
Se os governadores do Rio
e de São Paulo não forem firmes o suficiente para deter essa onda de violência
encomendada, o golpe planejado pelo PT estará a alguns capítulos do fim.
No caso de São Paulo,
estratégico para o plano maquiavélico, o PT está de olho na Polícia Militar,
que se comparada com outras corporações policiais do País é um verdadeiro
exército.
Em suma, São Paulo tem o
dever de mais uma vez fazer o papel de “pièce de résistance”.
.

Nenhum comentário:
Postar um comentário