domingo, 8 de abril de 2012

PRIMEIRA FOTOGRAFIA DA ALMA HUMANA

Uma operação cirúrgica que se complica uma paciente morta e uma foto misteriosa que oferece uma versão surpreendente do que sucedeu na sala de operações.
De fato, pela primeira vez na história se consegue plasmar no papel a imagem da alma humana.
Um acontecimento fora do normal revolucionou ao mundo médico e científico, reformulando uma vez mais a possibilidade da vida depois da morte.

Tudo começou com uma intervenção cirúrgica num hospital de Frankfurt Alemanha.
A paciente faleceu sobre uma mesa de operações, mas o insólito do caso viria dias mais tarde, quando uma das fotos tomadas durante a operação revelou a existência do espírito da mulher.
Tudo isto, pegou por surpresa a pesquisadores e céticos, já que a foto existe e muitos puderam vê-la.

UMA OPERAÇÃO SEM RISCOS.

Quando Karin Fischer, uma dona de casa alemã de 32 anos, foi internada no hospital Frankfurt para submeter-se a uma operação, estava muito longe de imaginar a surpresa e as conseqüências que traria sua estadia na sala de operações.
De fato, também não suspeitava que fossem seus últimos momentos de vida.
A intervenção a que ia submeter-se, ainda que não fosse simples, também não era de alto risco, iam corrigir-lhe umas válvulas defeituosas que tinha implantada no coração.
Mas algo saiu mal e uma série de complicações fez com que seu coração deixasse de bater depois de quarenta e cinco minutos do início da operação.
Nos controles, o monitor cardíaco assinalava o estado de morte com uma linha reta que percorria a tela.
Nenhuma das doze pessoas da equipe viu nada do que revelava a fotografia.

A FOTOGRAFIA SURPRESA.


No momento de seu falecimento, Karin se encontrava rodeada de doze pessoas, todos eles membros da equipe de cardiologia médicos, técnicos e enfermeiras comprovaram como todos os esforços para tentar reavivá-la eram inúteis.
O professor Peter Valentín, diretor do Departamento de Divulgação Didática do hospital também estava na sala de operações.
Naquela ocasião sua tarefa consistia em manejar uma câmara de fotos.
É muito freqüente que, durante as intervenções, que se fotografe, ou se filme o trabalho dos cirurgiões, a fotografia ou filme é utilizado depois, para a divulgação científica, os arquivos médicos e, sobretudo, para as classes universitárias na faculdade de Medicina.
Também foi o professor Valentín quem, poucos dias depois, depois de recolher o carretel do filme no laboratório e ver as cópias, não pôde conter sua surpresa.
Uma das fotografias mostrava, com toda clareza, como uma forma humana, difusa e transparente, elevava-se para o teto com os braços abertos.
Era a foto de um espírito e além disso, estava saindo do corpo da falecida!
O Papa JOÃO PAULO II recebeu uma cópia e os pesquisadores do Vaticano a estão analisando.
Peter Valentín não saía de seu assombro enquanto escutava as palavras do técnico em fotografia.
A foto era autêntica!
Um estudo mais profundo e detalhado levava à mesma conclusão, não exisitia montagem, não existia truque algum.
Ademais, como se fosse uma ironia, na imagem podia ver-se claramente a tela do monitor no momento em que a paciente expirava, coincidindo com o momento em que o espírito saía de seu corpo.
Ninguém tinha visto nada, a alma é invisível aos olhos humanos.


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