EU NÃO QUERO SER
UM MÉDIUM UMBANDISTA
Os que temem o dom mediúnico de incorporação, o dom oracular de responder às perguntas dos consulentes, nada mais estão fazendo que uma tentativa de negar seu próprio dom ancestral místico.
Ao agirem assim, não sabem que estão se afastando do próprio dom, um bem espiritual conquistado com muito esforço nas reencarnações passadas.
Ao abandonar seu “livre arbítrio”, que receberam, deixam de praticar o seu dom natural, que os levaria a fazer com que outros encontrem caminhos melhores e faria com que descobri-se em si outros dons ancestrais conquistado a duras penas e se esquecem ou até mesmo desconhecem, o quanto seria facilitada a sua e de outros na caminhada da evolução nesta vida material. Eis um caso típico de ignorância.
Quanto aos que negam o dom mediúnico, negam a si próprios, numa tentativa de não assumir os compromissos que o dom exige de quem se integra a ele. Não querem se envolver com nada além do seu dia-a-dia. Recusam- se a ver que isto é um bem do espírito, e que é preciso distribuir este bem entre os que ainda não o conquistaram.
Preferem sofrer as conseqüências do desafio ao guardião do seu dom ancestral, tornando se até mesmo ateus, para não assumi-lo, deixando- se absorver por ele. É o caso típico daqueles que não olham no espelho para não se verem refletidos.
Quanto aos que odeiam o dom mediúnico, têm medo do próprio Criador de Tudo e de Todos. Eles possuem o dom, mas fazem de tudo para anula- lo e usam de todas as fórmulas possíveis para destruí- lo. Não se importam nem em saber o preço a ser pago pelo seus atos. O que interessa é destruir os dons, tanto o seu, quanto dos semelhantes.
Usam palavras rebuscadas, frases de efeito, desculpas esfarrapadas para fugirem do seu dom ancestral. São os ateus convictos, os falsos religiosos, os sábios da materialidade. Tão sábios e tão ignorantes! O inferno é composto, em grande parte, Por estes seres que negaram a divindade os dons ancestrais ou se utilizaram deles para interesses contrários e desvirtuados.
Quantos, dentro dos seus templos não estão exercendo um dom? Quantos não estão executando erroneamente o que lhe reservou o seu dom ancestral e, com este trabalho que deveria ser nobre, transformam- se em eternos destruidores dos dons alheios, se já não bastasse destruírem ao próprio dom?
Ninguém pode dilapida- los impunemente. Aqueles que um os negou ou deles fugiu, passam o resto de suas vidas procurando preencher um vazio criado pelas suas atitudes erradas - e iniciam uma busca incansável e perdida nos lugares errados.
Sofrem porque nunca encontrarão paz e conforto e sempre se sentiram perdidos.Não importa onde seja feita a procura, não conseguirão achar em lugar nenhum.
Somente quando passarem a olhar para dentro de si mesmo, e procurarem se conhecer e que perceberam que o dom ancestral se encontra dentro deles e não em outros lugares.
Mas, vamos voltar ao inicio, já que, se continuarmos nesta linha de esclarecimentos, teremos que entrar nos rituais alheios, e não é nosso objetivo.
Estamos falando do dom ancestral místico na Umbanda e seu ritual. Portanto, falamos “sobre” e “para” a Umbanda.
Nos templos de Umbanda é comum encontramos médiuns de todos os graus, todos dando muita atenção ao Dom de Incorporação, incorporando um mentor e com ele ajudando seus semelhantes.
Estas é uma atitude louvável para quem aceitou o Dom da Incorporação, a mais trabalhosa das manifestações de um Dom . Mas também é comum vermos que muitos se sentem deslocados.
Isso ocorre porque, muitas vezes, o dirigente espiritual não verifica com a tenção qual é o dom natural do médium, e com isto não o ajuda se sentir a vontade em suas atividades. Como sanar esta falha que muitas vezes provoca um bloqueio no médium?
Muitas vezes, bons médiuns se perdem porque não souberam ou não tiveram as orientações mínimas necessárias e, quando alguém quis lhe ensinar, não quiseram ou não souberam ouvir com atenção ou não se interessam com o conhecimento somente com a pratica, se tornando limitados e limitando toda sua capacidade.
Eis uma falha que tem prejudicada a expansão do Ritual de Umbanda. Está na hora de corrigi- la! Não só pelo beneficio que trará ao médium que encontrara o seu dom natural, como para uma melhor apresentação da própria Umbanda, como um religião que rspeita e utiliza para o bem de todos às mais variadas manifestações dos dons mediúnicos.
É de suma importância que o dirigente saiba disso, porque assim poderá harmonizar sua linha de trabalho com cada médium, aproveitando o melhor de cada um, para melhor conduzr todos a uma evolução espiritual no material e auxiliar corretamente aqueles que estiverem necessitados de ajuda para se encontrar com seu dom natural.
Temos certeza de que, com o passar do tempo e a conseqüente expansão do Ritual Umbandista, virão muitos outros ensinamentos a respeito do Dons Naturais e Ancestrais.
Saravá a todos.
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